Castanhal: PF prende homem em operação que investiga abusos sexuais contra mulheres sedadas

Castanhal: PF prende homem em operação que investiga abusos sexuais contra mulheres sedadas - Foto
Fonte da notícia: O Liberal O Liberal

Um homem, de identidade não revelada, foi preso pela Polícia Federal (PF) nesta terça-feira (28/7) em Castanhal, no nordeste do Pará, durante a terceira fase da operação “Somnus”. A ação em questão apura a prática de supostos crimes sexuais contra mulheres sedadas. Um outro homem foi preso pela PF no Rio Grande do Sul.

De acordo com a polícia, as investigações apontam que os suspeitos participavam de grupos na internet voltados ao compartilhamento de fotos e vídeos contendo cenas de violência sexual contra mulheres desacordadas. Os investigados também trocariam informações sobre substâncias com propriedades sedativas e formas de utilização para, em tese, praticar os crimes e registrar os abusos.

Há indícios de que um dos investigados tenha praticado crimes contra a própria esposa. No outro caso, o investigado é suspeito de ter praticado crimes contra familiares, ainda segundo a Polícia Federal. 

Durante a ação, foram apreendidos medicamentos, celulares e computadores, que serão submetidos à perícia para subsidiar a continuidade das investigações. Em Castanhal, os agentes federais cumpriram um mandado de prisão temporária contra um dos suspeitos, enquanto no Rio Grande do Sul foi de prisão preventiva. 

A operação teve início em 2025, após informações compartilhadas pela Polícia Criminal da Alemanha (BKA), no âmbito da cooperação internacional coordenada pela Europol, sobre redes transnacionais voltadas à difusão e ao compartilhamento de registros de abusos sexuais contra mulheres sedadas.

Os investigados poderão responder, conforme o resultado das investigações, pelos crimes de estupro de vulnerável, divulgação de cena de estupro ou de estupro de vulnerável, registro não autorizado da intimidade sexual e outros delitos eventualmente identificados.

Compartilhar: WhatsApp Facebook Telegram X

Deseja ler a íntegra original na fonte jornalística?

Acessar matéria no site O Liberal