Casal Loquinha, Lucélia e mais: Aguinaldo Silva revela quais personagens de ‘Três Graças’ cresceram além do previsto

 

Fonte:


Aguinaldo Silva encerra nesta sexta-feira (15) mais um capítulo vitorioso de sua trajetória na dramaturgia: “Três Graças” chega ao fim como um grande sucesso. Escrita em parceria com Virgílio Silva e Zé Dassilva, a trama marcou o retorno do veterano à Globo após cinco anos afastado da emissora. Em entrevista exclusiva à coluna, o autor revela que alguns personagens cresceram muito além do planejado ao longo da novela.

Sophie Charlotte cita meme favorito de ‘Três Graças’ e diz qual acessório de Gerluce queria guardar

Lucélia (Daphne Bozaski) em "Três Graças"

Reprodução/Instagram

Segundo Aguinaldo, Lucélia, vivida por Daphne Bozaski, rapidamente conquistou espaço na trama. “Ela foi uma personagem que chegou e tomou o núcleo da galeria de arte de assalto”, afirma. Já Juquinha, interpretada por Gabriela Medvedovsky, surpreendeu ao ganhar protagonismo próprio. “A princípio, ela teria com Paulinho, personagem de Romulo Estrela, apenas uma relação de amizade e implicância. Mas foi, sem dúvida, uma personagem que abriu o próprio caminho rumo ao estrelato. Fazer com que ela tivesse uma relação amorosa com Lorena, de Alanis Guillen, foi um grande acerto”, analisa.

Casamento de Juquinha (Gabriela Medvedovsky) e Lorena (Alanis Guillen) em "Três Graças"

Reprodução/TV Globo

O autor também destaca a repercussão do casal Viviane e Leonardo, interpretados por Gabriela Loran e Pedro Novaes. “Muito disso veio pelo trabalho dos atores e pela recepção positiva do público. Os telespectadores acompanharam a evolução dele em relação aos preconceitos e à desinformação, numa jornada que culmina em um final feliz e segue mobilizando os fãs até os últimos capítulos”, diz.

Casamento de Leonardo (Pedro Novaes) e Viviane (Gabriela Loran) em "Três Graças"

Reprodução/TV Globo

Ao comentar a aceitação do romance entre Lorena e Juquinha, Aguinaldo lembra que já havia abordado uma trama homoafetiva em “Senhora do destino” (2004). “Eu já tinha seguido por esse caminho. A filha de um personagem homofóbico tinha um caso com outra menina. Desta vez, a trama foi mais desenvolvida e a reação do público foi altamente positiva. É aquela história do ‘ó tempos, ó costumes’: acho que agora, ainda bem, o público estava mais preparado para encarar de perto o assunto. Para nós, autores, foi muito gratificante ver a repercussão positiva dessa história”, conclui.

Initial plugin text