Um aparato de 36 câmeras, sensores flutuantes, drones com imagens infravermelho, barcos-patrulha e até sobrevoo de helicóptero vem sendo o grande responsável para que a água do Rio fique livre de grandes contaminações, como a do tolueno, que prejudicou o abastecimento a dois milhões de pessoas, ocorrida em abril de 2024. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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Câmeras, drones e helicópteros: como é feita a vigilância da água no Rio
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