Meu filho se chamava Eliseu Pereira Martins. Na Ucrânia, o nome de guerra dele era Martins. Ele tinha 32 anos e faria 33. Antes de ir para lá, já estava havia cerca de um ano em Bruxelas, na Bélgica, e nós nos falávamos praticamente todos os dias. Eliseu era aquele filho que às vezes ligava só para dizer: “Mãe, não estou ligando para nada, só para falar que te amo.” Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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Brasileiros no front: 'Enquanto meu filho realizava um sonho, eu começava a viver um pesadelo', diz mãe de voluntário morto na Ucrânia
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