Bono (U2) explica recusa a encontro para conversa com Donald Trump

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Fonte da notícia: Whiplash Whiplash

Por João Renato AlvesPostado em 06 de novembro de 2026 Apesar de ter se encontrado com uma série de líderes mundiais nas últimas cinco décadas, Bono recusou iniciativas de aproximação feitas por Donald Trump.

Ao The Guardian, o vocalista do U2 admitiu ter recebido convites para encontros, mas preferiu não aceitar. "Existe uma permissão que você precisa sentir para realizar uma determinada tarefa.

Você a sente espiritualmente, pensa: 'Acho que talvez eu possa ajudar aqui'. Fui convidado, mas sei que não dou conta disso – não tenho a capacidade de negociar com ele.

É demais para mim." O cantor acrescentou que não saberia sequer o que conversar com o presidente dos Estados Unidos.

"Falta um plano, uma estratégia para uma ação bem-sucedida, uma ideia original específica que eu pudesse apresentar. Talvez seja melhor deixar isso para outra pessoa.

Não sinto aquele impulso - é essa a palavra? Aquela sensação de saber o que deve ser feito." Ao ser questionado se considerava a atual administração diferente das anteriores - incluindo governos de direita -, Bono respondeu: "Sim, considero.

É um mundo novo. É algo diferente.

Há um cheiro no ar, um sinal evidente, e todos nós estamos tentando entender o que é. É uma dança totalmente nova e nós sabemos o nome dela.

É um tanto... fascista.

E exige uma resposta diferente." "Carnaval de Luz", novo álbum de estúdio do U2, sai na próxima sexta-feira, 13 de novembro.

Em março do ano que vem, a banda realiza quatro shows em São Paulo, no MorumBIS. Mais detalhes no link abaixo.

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