Bens separados e sem pensão: veja o acordo de Taylor Swift e Travis Kelce, que envolveria até R$ 10,5 bilhões

 

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O casamento de Taylor Swift e Travis Kelce será, no mínimo, grandioso. Não é para menos. A cantora e o jogador de futebol americano — que devem se casar no dia 3 de julho deste ano, segundo algumas especulações — têm juntos um patrimônio avaliado em US$ 2 bilhões (no caso da artista americana) e US$ 90 milhões do atleta, valor que chegaria a cerca de R$ 10,5 bilhões. Os preparativos também avançam para estabelecer regras rígidas capazes de proteger a fortuna de ambos.

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A principal preocupação estaria na separação de bens acumulados antes do casamento. Taylor — que construiu um império bilionário com turnês, músicas, contratos publicitários e propriedades espalhadas pelos Estados Unidos, como uma mansão em Rhode Island e uma casa em Nova York — teria interesse em garantir que a valorização de suas empresas e de seu catálogo musical continue sendo considerada um patrimônio individual, de acordo com o site TMZ.

Já Travis, um dos nomes mais populares da NFL, a liga de futebol americano, também acumula contratos milionários e investimentos próprios. Ele, recentemente, até comprou uma casa no Kansas.

Além da proteção financeira, outro ponto que deve ganhar destaque no acordo é a possibilidade de limitar ou até excluir pagamentos prolongados de pensão em caso de divórcio. A ideia seria evitar disputas futuras envolvendo lucros de empresas, crescimento patrimonial e receitas ligadas à imagem dos dois. Cercados por equipes jurídicas experientes, Taylor e Travis devem transformar o contrato em uma espécie de blindagem bilionária antes de dar o próximo passo na relação.

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Atualmente, Taylor e Travis estariam procurando o melhor estado para poderem redigir tal documento. Isso porque as regras sobre acordos pré-nupciais mudam conforme a legislação local. Na prática, o local onde o contrato for elaborado pode determinar até que ponto um juiz teria poder para alterar cláusulas em caso de separação.

Entre os estados vistos como mais favoráveis aparecem Rhode Island, Kansas e Tennessee. O primeiro protege com mais firmeza patrimônios individuais e limita mudanças judiciais posteriores.

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O Kansas também é apontado como uma alternativa por ter decisões mais previsíveis e maior respeito à divisão de bens separados. Já o Tennessee costuma ser uma escolha frequente entre artistas e empresários de alto patrimônio.