BBI destaca Vitru (VTRU3) como principal aposta em educação e aumenta preço-alvo

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Fonte da notícia: Info Money Info Money

O Bradesco BBI elevou a Vitru (VTRU3) à sua principal recomendação no setor de educação, citando a avaliação atrativa, revisão positiva das estimativas e o potencial de distribuição de dividendos. O banco também aumentou o preço-alvo da Vitru de R$ 23,00 para R$ 29,00.

A companhia negocia a 5,5 vezes o lucro projetado para 2027, ante aproximadamente 7,7 vezes para os pares, e oferece rendimento do fluxo de caixa livre ao acionista de 13%, comparado a 11% para o grupo.Leia tambémIbovespa Hoje Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta sextaÍndices futuros dos EUA recuam com sell-off do setor de tecnologiaBradesco, Gerdau, Enjoei, Fleury, Americanas e mais ações para acompanhar hojeVeja os principais destaques do noticiário corporativo desta sexta-feira (23)Os analistas Marcio Osaka, Raphael Elage e Henrique Spavieri, do BBI, ainda reiteraram visão positiva para as empresas de educação sob sua cobertura, que apresentam rendimento médio do fluxo de caixa livre ao acionista próximo de 12% para 2027.Para a Yduqs (YDUQ3), o preço-alvo para o final de 2027 foi reduzido de R$ 17,00 para R$ 16,00, incorporando os efeitos da combinação anunciada e o dividendo estimado de R$ 750 milhões, equivalente a um retorno de 15%.

A Cruzeiro do Sul (CSED3) aparece entre as preferências do banco após a Vitru e a Yduqs. Ressaltamos que o setor apresenta sensibilidade relativamente baixa à redução das taxas de desconto, devido às perspectivas limitadas de crescimento: uma queda de 1 ponto percentual no prêmio de risco elevaria nossos preços-alvo em aproximadamente 9%.Expectativas para 3T26O BBI prevê resultados mistos entre as empresas de educação no 3T26, com Vitru e Ânima como destaques positivos e Cogna (COGN3) apresentando o desempenho mais fraco.

Para a Vitru, o banco projeta crescimento de 5% da receita no comparativo anual, expansão de 0,7 ponto percentual da margem EBITDA (Ebitda = lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações/receita líquida) e alta de 69% do lucro líquido ajustado, excluindo o efeito de impostos diferidos registrado no 3T25.

O fluxo de caixa livre ao acionista deve crescer 20%, para R$ 158 milhões.Para a Ânima, a estimativa é de avanço de 7% da receita e de 8% do EBITDA (lucro antes de juros, imostos, depreciação e amortização), além de fluxo de caixa livre ao acionista de R$ 218 milhões.Em contrapartida, a Cogna deve registrar queda de 6% da receita e redução de 5,4 pontos percentuais da margem EBITDA, para 22%, refletindo principalmente a retração de 25% da receita de educação básica e a forte perda de rentabilidade do segmento.

Cruzeiro do Sul e Yduqs também devem apresentar pressão sobre as margens, embora a Yduqs deva registrar geração de caixa sazonalmente forte, de R$ 278 milhões.

Publicação Original Info Money infomoney.com.br
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