A recuperação extrajudicial da loja de brinquedo Ri Happy não pode ser explicada somente pelos juros altos. O estudo societário elaborado ppr Claudio Damasceno, sócio da RGF-BIZDOC e especialista em reestruturação e recuperação judicial, salienta que a varejista já havia renegociado R$ 289 milhões com nove bancos em 2023, mas não eliminou os desequilíbrios financeiros da companhia. A estrutura de custos das lojas em shopping centers, a concentração das vendas em datas sazonais e a concorrência de plataformas internacionais também pressionam o negócio. A Ri Happy mantém 292 lojas próprias e franqueadas e mais de 2.600 funcionários, segundo o estudo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Bancos e fabricantes de brinquedos estão entre os maiores credores da Ri Happy
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