Uma mulher de 43 anos foi acusada de colocar veneno para matar caracóis na comida de uma colega de trabalho, de 58 anos, na Austrália Ocidental. As duas teriam tido um relacionamento, segundo as informações do caso.
Veja também: RJ Mitte estava gravando filme e minissérie, que agora estão suspensos com a morte do ator; saiba mais Selma Blair: Quem é a atriz de 'Legalmente Loira' acusada de agredir tripulantes de voo, policial e enfermeira em Nova York A suspeita foi indiciada por colocar em risco a vida, a saúde ou a segurança de outra pessoa, após uma investigação policial que durou meses. Ela deverá comparecer ao tribunal em 5 de novembro. O caso começou em fevereiro, quando a mulher de 58 anos preparou curry para compartilhar com colegas durante o lanche da manhã. Ao retornar para comer as sobras no almoço, encontrou pequenos grânulos verdes brilhantes no alimento. Depois de experimentar a comida, sentiu a língua ficar dormente e suspeitou de contaminação. A mulher entregou o prato aos detetives, que identificaram a substância como grânulos usados para matar caracóis, contendo metaldeído, um composto venenoso. Como a suspeita foi identificada Segundo a polícia da Austrália Ocidental, a mulher de 43 anos teria ido a um depósito de armazenamento de produtos químicos antes de retornar à sala dos funcionários, onde o curry estava guardado. A suspeita é de que ela tenha colocado o veneno na comida da colega. A análise do alimento e a investigação policial, realizada ao longo de vários meses, permitiram que o caso avançasse. A motivação atribuída à acusada não foi divulgada. O comissário de polícia Col Blanch afirmou que a substância utilizada pode provocar ferimentos graves ou levar à morte. Ele também destacou a importância de a vítima ter percebido que havia algo errado com a comida. — Estamos muito gratos pelo fato de a pessoa que provou o curry ter percebido que havia algo errado — declarou Blanch, segundo a emissora Seven Network. A mulher de 43 anos deverá comparecer ao tribunal em 5 de novembro. A acusação ainda será analisada pela Justiça.
O Globo