Atlético-MG vê erro de Hulk em condução da própria saída, mas quer dar tratamento de ídolo até o fim
A diretoria do Atlético-MG entende que Hulk errou nas duas vezes em que tentou conduzir a saída do clube, mas não vai deixar de dar um tratamento de ídolo ao atacante até o fim.
As conversas sobre a rescisão do jogador de 39 anos, que ficará com caminho livre para acertar com o Fluminense, deverão conter o mesmo desejo de homenagens que o Galo sugeriu no começo do ano.
Na avaliação do clube nos seus bastidores, Hulk e seu estafe erraram ao não aceitar a renovação contratual até o fim da temporada e agora cometem o mesmo equívoco, saindo de forma precipitada.
O desejo da diretoria do Atlético-MG e do comando do futebol era manter o ídolo. Já Hulk, sem o mesmo prestígio com os treinadores, abriu brecha para a volta do interesse do Fluminense.
O desgaste se renovou em função da má fase da equipe e da brecha que se abriu para a transferência, uma vez que Hulk completaria 13 jogos diante do Flamengo.
A decisão por tirá-lo da partida se deu pelo movimento do mercado, mediante procura do Fluminense. Outros clubes também indicaram que Hulk foi oferecido para sair no meio do ano.
O próprio atacante, claramente insatisfeito, deu a deixa de que poderia sair sem esperar o fim do contrato em dezembro. E prometeu dar detalhes da relação conturbada com a direção do Atlético-MG.
