Ao longo da campanha eleitoral, já se mostravam nefastas as tentativas de certas empresas de impor aos funcionários nomes de candidatos, desrespeitando um dos princípios mais básicos da democracia: a livre escolha do eleitor. Terminado o pleito, com a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a situação piorou.
Houve ameaças de demissão, campanhas de boicote, constrangimentos a cidadãos e até bullying em escolas, tudo motivado por preferências políticas. É preciso tratar esses abusos com rigor, seguindo a letra da lei.
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O Globo