Armas no casco: Entenda por que EUA têm interesse em petroleiro com bandeira russa apreendido no Atlântico

 

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Mesmo sem petróleo, o navio apreendido pelos Estados Unidos no Atlântico Norte, na quarta-feira, tornou-se um ativo estratégico na relação entre Washington e Moscou. Sob bandeira russa e perseguido por semanas pela Marinha americana, o petroleiro de 300 metros — rebatizado de Marinera após ser sancionado pelos EUA como Bella 1, em 2024 — é suspeito de integrar a chamada “frota fantasma” usada por Rússia, Irã e Venezuela para driblar sanções internacionais. A interceptação, realizada enquanto forças russas se deslocavam para a região, levanta teorias que variam desde a especulação de que armas russas de alto valor estejam escondidas no casco, até o potencial do navio para se tornar um troféu simbólico em uma disputa de poder transatlântica entre a Casa Branca e o Kremlin. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.