Amós Oz dizia que havia duas maneiras de terminar uma tragédia. Shakespeare deixava sobre o palco os corpos de seus personagens e uma forma tardia de justiça. Tchekhov os deixava desiludidos, feridos pelas experiências, mas vivos. Entre os dois, Oz escolhia Tchekhov e desejava para israelenses e palestinos um desfecho em que a impossibilidade de reparar injustiças ainda permitisse um compromisso entre os que permaneceram. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Aqueles que permanecem
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