Após pressão da Alerj, Liesa mantém regra para retirada de pulseiras das frisas do Carnaval 2027

Após pressão da Alerj, Liesa mantém regra para retirada de pulseiras das frisas do Carnaval 2027 - Foto
Fonte da notícia: O Globo O Globo

A Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) voltou atrás e manterá, no Carnaval de 2027, as regras dos anos anteriores para a retirada das pulseiras de acesso às frisas da Marquês de Sapucaí. A entidade anunciou a decião na sexta-feira, após o vice-presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), deputado Dionísio Lins (Progressistas), cobrar explicações sobre a mudança. Com isso, os seis ocupantes de cada espaço não precisarão comparecer juntos para receber os acessórios, como previa uma exigência divulgada no site da Ticketmaster, responsável pelas vendas. Passeio Público ganha movimento com samba e feira aos domingos, mas enfrenta problemas de conservação e segurança Unha e Carne: Moraes concede prisão domiciliar a policial preso com Canella em operação da PF O parlamentar havia encaminhado um ofício à Liesa e à Ticketmaster, responsável pelas vendas, dando prazo de 30 dias para que as empresas justificassem a alteração. Segundo ele, a exigência poderia prejudicar turistas de outros estados e agências de viagens que já haviam negociado pacotes com visitantes estrangeiros. As frisas custam entre R$ 1.835 e R$ 10.200 por noite. Em comunicado, a Liesa confirmou que os ingressos comprados pela Ticketmaster em setembro serão convertidos em pulseiras, entregues antecipadamente aos ocupantes dos espaços. A apresentação conjunta dos grupos, prevista no site da plataforma de vendas, não será implementada. A entidade informou, porém, que estuda, em parceria com a Ticketmaster, uma nova forma de coletar os dados de todos os ocupantes das frisas. Até então, apenas o comprador fornecia suas informações à Liesa e repassava as pulseiras aos convidados. O novo procedimento ainda está em avaliação, e eventuais informações sobre datas de retirada serão divulgadas pelos canais oficiais da liga. A Liesa afirmou que a discussão faz parte dos esforços para combater a atuação de cambistas e proteger os compradores de ingressos. Entre as medidas citadas estão o monitoramento de redes sociais e o recebimento de denúncias pelo e-mail ingressoseguro@liesa.org.br.

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