A guerra fratricida no Supremo Tribunal Federal (STF) tem exposto não apenas a falta de comando do presidente da Corte, Edson Fachin, mas também a atuação de outro personagem-chave: o decano do STF, Gilmar Mendes, que poderia estar trabalhando por uma solução pró-Supremo, mas cerrou fileiras em um lado da batalha. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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Ao assumir lado na guerra do STF, Gilmar rebaixa papel de decano
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