Anitta recebe apoio de famosos após performance gerar debate nas redes: 'A maior'
A participação de Anitta no "Domingão com Huck", exibido no último domingo (5), ultrapassou o entretenimento e se transformou em um dos assuntos mais comentados nas redes sociais. Em meio à expectativa pelo lançamento de "Equilibrium", previsto para 16 de abril, a artista apresentou faixas inéditas, entre elas, "Meia-noite", marcada por referências ao candomblé e acabou no centro de um debate que envolveu tanto elogios de famosos quanto críticas atravessadas por intolerância religiosa.
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No perfil oficial do programa no Instagram, a repercussão foi imediata. Nomes conhecidos se manifestaram em apoio à cantora. "Meia-noite deixa ela passar e aceita", escreveu Silvero Pereira. "A maior. Amo demais", comentou Linn da Quebrada. Outros artistas, como Psirico, Rafael Portugal e Lívia Andrade, reagiram com emojis de coração, reforçando a recepção positiva entre colegas de profissão.
Fora desse círculo, porém, o episódio ganhou contornos mais polarizados. Parte do público criticou a escolha do número para o domingo de Páscoa, classificando o momento como "afronta". A discussão rapidamente se espalhou, ampliando o alcance do caso para além da música. "Que horror", escreveu uma. "Sinistro, mas todos vão aplaudir", avaliou outro. "Quanta falta de respeito com a ressureição de Jesus", lamentou uma. "O sangue de Cristo tem poder!", bradou um.
Em paralelo, admiradores e outros usuários se posicionaram a favor da artista, ressaltando a liberdade de expressão e a pluralidade cultural.
"Como explicar que eu não sou do candomblé mas fiquei mega feliz pela Anitta e com vontade de rodar na sala? Kkkkk", afirmou uma. "A verdadeira fé não julga caminhos, quem julga é quem não vive a própria. Quem vive a fé não perde tempo julgando a dos outros", pontuou outra. "Ela apresentando música de pombogira na TV aberta em pleno domingo de Páscoa… a última vez que senti esse impacto foi quando Lady Gaga lançou 'Judas' na Semana Santa. Grandona! Não é sobre blasfêmia,é sobre entender que o amor é diverso", analisou um terceiro. "Representatividade! Ancestralidade. O Brasil é um país misto, em todos os aspectos. Perfeita", celebrou uma.
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"Já é a versão dela que eu mais gosto", afirmou um. "Eu vi alguns comentários chamando de afronta, e sinceramente, eu não achei afronta nenhuma. A Anitta não atacou ninguém, não desrespeitou fé nenhuma, ela só expressou a própria crença, a própria arte, a própria verdade. E isso, num país livre, não deveria gerar revolta, mas reflexão. Porque liberdade religiosa não é sobre concordar com tudo, é sobre saber conviver com o que é diferente. No fim, o que realmente falta não é respeito pela religião… é maturidade pra aceitar que o outro não precisa viver igual a você pra merecer consideração", completou uma.
Sem entrar diretamente na controvérsia, Anitta preferiu uma resposta indireta. Em seu perfil, a cantora repostou uma mensagem que dialoga com o momento: "Jesus ressuscitou. Ele está presente em todos os lugares, menos no seu discurso violento, criminoso e cheio de intolerância religiosa."
