Ameaçado de perder a liderança das pesquisas nas sondagens do primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se volta para suas fortalezas. O anúncio do aumento do pagamento do Bolsa Família de R$ 600 para R$ 691 não mira o eleitor independente, pêndulo, das periferias das grandes metrópoles do Sudeste, aquele que, em 2018, escolheu Jair Bolsonaro, em 2022 marcou Lula e agora se divide entre Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL). O alvo é o eleitor cativo. Do ponto de vista eleitoral, o que se pode esperar é crescer em uma faixa em que o presidente já predomina. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Análise: Reajuste do Bolsa Família terá impacto maior em 2° turno e mostra foco de Lula em eleitor tradicional
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