Será difícil para os tricolores digerirem a eliminação, com requintes de crueldade, diante do Palmeiras na semifinal da Libertadores. Afinal, o Fluminense jogou melhor no somatório dos jogos de ida e volta do que um dos clubes mais poderosos financeiramente do continente, ao lado do Flamengo. Por outro lado, é justamente essa capacidade de competir em alto nível que reforça a posição do clube nos últimos anos e o candidata como uma força alternativa à dupla que hoje concentra boa parte do protagonismo do futebol brasileiro. Prova disso é que o Fluminense chegou a duas semifinais da Libertadores em quatro anos e tem se firmado nas primeiras posições do Brasileirão. A exceção foi 2024, quando, após o título inédito da Libertadores de 2023, a equipe lutou contra o rebaixamento. No ano passado, a equipe terminou o campeonato nacional na quinta colocação, garantiu vaga direta na Libertadores e ainda foi semifinalista da Copa do Mundo de Clubes. Nesta edição, segue na briga pelo G4, o que demonstra constância de desempenho, ainda que a distância para Flamengo e Palmeiras continue relativamente grande, sobretudo no aspecto financeiro. Levando isso em consideração, a diretoria tricolor tem como um dos principais objetivos a criação da SAF para realmente bater de frente com as principais forças do futebol brasileiro. Não à toa, Flamengo e Palmeiras caminham para disputar mais uma final de Libertadores. A transformação em clube-empresa, inclusive, deve voltar à pauta no tricolor, que adiou o sonho do bicampeonato continental.
Análise: Fluminense sofre eliminação cruel, mas se candidata como força alternativa a Flamengo e Palmeiras
Fonte da notícia:
O Globo
O Globo
Deseja ler a íntegra original na fonte jornalística?
Acessar matéria no site O Globo