Um dos principais nomes da Asfav, instituição que se denomina "Associação de vítimas do 8 de janeiro", a advogada Carol Siebra (Novo) não conseguiu ser eleita deputada federal pelo Ceará. Ela recebeu apenas 1.944 votos, insuficientes para garantir a vaga na Câmara em 2027. Siebra, de 39 anos, é identificada como advogada da associação, presidida pela também advogada Gabriela Ritter. A instituição tem como objetivo prestar auxílio aos presos pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, episódio em que houve invasão e depredação das sedes dos Três Poderes, em Brasília, uma semana depois da posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Presidência. Até janeiro deste ano, 179 pessoas já haviam sido presas pelos atos, sendo 114 em regime fechado e por condenações definitivas. A advogada, que é natural de Fortaleza, tem a defesa dos envolvidos nos atos como uma das bandeiras de sua campanha. Outra plataforma de Siebra é o combate às facções criminosas, principalmente no estado do Ceará.
Advogada que lidera associação de 'vítimas do 8 de janeiro' faz menos de 2 mil votos e não é eleita deputada federal no Ceará
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