Barbara Hernandez veste um maiô leve, ajusta os óculos de natação e a touca de silicone e mergulha nas águas glaciais turquesas sob os picos nevados dos Andes chilenos. Os primeiros segundos são um choque para o corpo. Depois vem a sensação de queimação. Seus pés doem. Ela luta para respirar. Suas mãos e pernas parecem pesadas. Todos os seus instintos lhe dizem para sair da água. Mas ela faz o contrário: concentra-se no som da sua respiração e nas batidas do seu coração. “Só mais uma braçada”, diz para si mesma. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Abaixo dos 5°C: Patagônia vira palco de natação em águas geladas, que desafia limites do corpo humano
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