O ex-diretor do Instituto Lula, Paulo Okamotto, comentou a interlocutores sobre o pedido feito pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL) para que ele e a entidade fossem incluídos na quebra de sigilo solicitada pelo candidato do PL como condição para que o senador abrisse os seus sigilos, após desafio feito por Lula na reta final da campanha.
Okamoto afirmou que enviou as informações à campanha de Lula, mas pontuou que o pedido não fazia sentido e era uma “bravata” da campanha adversária, uma vez que o instituto já teve os sigilos quebrados à época da Lava Jato. Na noite da última quarta-feira (21/10), Flávio ampliou a lista de condições para que ele aceitasse abrir os seus sigilos bancários e telemáticos, incluindo as movimentações financeiras de Paulo Okamotto, diretor do Instituto Lula entre 2011 e 2020, além de todos os registros de visitantes do Palácio do Planalto e todas as entradas no Palácio do Alvorada sob sigilo a pedido de Lula.
O Instituto Lula voltou a ficar na mira dos adversários do petista após matéria da Revista Veja publicar um áudio de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, em que o banqueiro afirma ter transferido R$ 30 milhões à entidade para financiar um filme sobre Lula. Flávio usou o episódio como forma de responder às menções da campanha do PT sobre o áudio do senador em que ele pede R$ 134 milhões a Vorcaro para bancar o filme Dark Horse, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
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