Os juros futuros longos disparam até 182 pontos-base, refletindo a aversão ao risco do mercado financeiro à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A taxa para janeiro de 2031 está na máxima de 14,460%, que era o limite superior de oscilação estabelecido pela B3, que acaba de divulgar nova lista.Os novos limites máximos são de 14,288% para DI janeiro/27; 15,030% no DI janeiro/29; e 15,250% no DI janeiro/31.
Todas as taxas entraram em leilão novamente há pouco.O movimento reflete a reprecificação do mercado, que esperava por uma vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL). O mercado está atento agora a sinais sobre como Lula pretende avançar no ajuste fiscal no seu quarto mandato.Os juros curtos sobem ao redor de 40 pontos, reduzindo levemente a alta após o anúncio do Tesouro de cancelamento dos leilões de título prefixados e ligados a índices de preço de 27 a 29 de outubro.
O juro médio, para janeiro de 2029, ainda não era negociado há pouco.Às 9h23, a taxa de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2031 disparava para máxima de 14,460%, de 12,641% no ajuste de sexta-feira, e o para janeiro de 2027 subia a 13,795%, de 13,464% no ajuste anterior.
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