Lula chega à véspera do segundo turno numericamente atrás do filho de Jair Bolsonaro, dependente de pautas garimpadas às pressas por seu marqueteiro e refém de um pacote de bondades de R$ 200 bilhões para financiar promessas eleitorais ditadas por pesquisas. Um ponto atrás de Flávio nos votos totais, segundo o último Datafolha, ele ainda pode ganhar.
Mas a esquerda sai das urnas politicamente derrotada qualquer que seja o resultado de amanhã: minoritária no Congresso, minúscula nos governos estaduais e apartada de um país que não cabe na sua cartilha. Matéria exclusiva para assinantes.
Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
O Globo