A condição de Ricardo Confessori para voltar ao Shaman: "Se quiser trabalhar comigo, senta aí"

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Fonte da notícia: Whiplash Whiplash

Por Gustavo MaiatoPostado em 05 de novembro de 2026 Bastou o perfil do Shaman nas redes sociais trocar a foto de capa e a de perfil para os rumores de um retorno ganharem força.

Segundo o que circulou entre os fãs, a nova formação teria Luis Mariutti no baixo e Thiago Bianchi no vocal, sem baterista e guitarrista definidos. A pergunta chegou a Ricardo Confessori durante a live de terça do canal Ibagenscast.

Ele participou da transmissão para divulgar "Realm Breaker", seu primeiro disco solo. Diante da dúvida enviada por uma integrante do clube de membros do canal, o baterista negou qualquer contato.

Disse que não foi procurado em momento algum e que a volta não lhe importa mais. Afirmou também que está bem fazendo o que gosta e que não pretende voltar a tocar com Luis Mariutti tão cedo.

Perguntado se recusaria um eventual convite, respondeu sem rodeios: "Com certeza". "Se vai dar certo ou não, não me importa mais, entendeu? Eu quero fazer as minhas coisas aqui.

Tô super empenhado. E, cara, o único jeito de eu voltar pro Shaman é se eu mandar em tudo, entendeu? Se todos me obedecerem.

Se o dia que chegar assim e falar: 'Ó, tudo bem, Ricardo? Você manda na coisa toda, a gente obedece'. É beleza.

Para ficar escutando opinião de gente que nunca fez o que eu fiz, o barco andar, o barco dar certo, eu prefiro muito mais trabalhar com pessoas como o Thiago Larenttes." Coprodutor de "Realm Breaker", Larenttes virou o exemplo de parceria que Confessori quer manter.

O músico comparou a fase atual a uma empresa sem reuniões e disse que não trocaria isso, na idade e na maturidade em que está. "Se quiser trabalhar comigo, cara, senta aí e obedece, entendeu? 'Ah, mas você não sabe tudo.' Então não trabalha comigo, fica à vontade, trabalha com o que você quiser.

O mundo é livre, amigo. O nome eu já passei faz tempo, faz dez anos que eu não sou dono de nada", declarou.

O baterista também rejeitou a ideia de briga. Para ele, a distância vem do caminho que cada um seguiu.

"Não é treta não, galera. É só o jeito que a gente evoluiu, né, cara? Eu tenho que ver o lado dos fãs e tenho que ver o meu lado também.

Fazer uma coisa que seja boa pros dois lados. E é o que eu tô fazendo, eu tô entregando músicas", disse.

Sobre os shows com a formação do Shaman Immortal, que chegou a ser cogitada, explicou que a ideia não partiu dele e que só toparia para não atrapalhar os planos dos outros.

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