44% querem que eleito mude só o que não está bom, 36% mudar tudo

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Fonte da notícia: Diario do poder Diario do poder

A pesquisa nacional de intenções de voto para Presidência da República divulgada nesta sexta-feira (23) pelo instituto Ipespe registrou as perspectivas de mudança ou continuidade do trabalho feito pelo atual governo do presidente Lula (PT), que disputa a reeleição em 2º turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), no domingo (25).

Para 44% do eleitorado, quem for eleito deve mudar apenas o que não está bom. E 36% defendem uma mudança total do trabalho em andamento pelo governo do petista.

Somente 18% que o presidente eleito prossiga com a mesma política de governo tocada por Lula. E 2% disseram que não sabem ou não responderam.

O mesmo levantamento mostra o cenário que simula votos válidos com Flávio Bolsonaro com 50,5% da preferência do eleitorado, e Lula com 49,5%. No cenário espontâneo, Flávio tem 47% contra 46% de Lula.

E na pesquisa estimulada com votos totais, o senador do PL pontua 48% e Lula 47%. No cruzamento entre quem apontou mudança ou continuidade e a intenção de voto no 2º turno, o eleitorado que indicou voto em Flávio Bolsonaro tem 63% defendendo mudança total e 35% sugerindo que o eleito mude apenas o que não está bom.

Ninguém indicou continuidade do trabalho feito no governo de Lula; e 2% disseram que não sabem ou não responderam. Já no eleitorado de Lula, 53% defende que o próximo presidente mude apenas o que não está bom, 38% querem continuidade do trabalho, e 9% que mude totalmente.

Quando inverte o cruzamento das respostas, entre os 48% que indicam voto em Flávio, 83% querem mudança total do trabalho atual, 39% que mude apenas o que não está bom e 62% não sabem/não responderam. E entre os 47% que indicam voto em Lula, 98% querem continuidade do trabalho, 57% que mude o que não está bom, 12% querem mudança total e 12% não sabem/não responderam.

A pesquisa denominada Ipespe/Abrapel está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04350/2026 Brasil. E obteve seus dados junto a 1.500 pessoas entrevistadas entre os dias 20 e 22 deste mês de outubro.

A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95,45%.

Publicação Original Diario do poder diariodopoder.com.br
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