Volta de Nino no meio do ano? Fluminense vê zagueiro distante com jogo duro do Zenit e forte concorrência do Palmeiras
Não é novidade que o Fluminense tem o desejo de repatriar o zagueiro Nino, hoje no Zenit-RUS. Apesar disso, o tricolor já esteve mais otimista em relação a uma possível volta do jogador. Isso porque o clube russo deve seguir fazendo jogo duro para abrir uma negociação que envolveria altos valores na janela de transferências do meio do ano — a última fechou ontem.
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Depois de levar a melhor na briga por Jhon Arias, o Palmeiras pode ser novamente uma "pedra no sapato" do Fluminense na disputa por Nino. Com maior poder financeiro, o alviverde já demonstrou interesse pelo jogador e tem mais chance de convencer os russos a negociá-lo. Já o tricolor não deve descumprir o seu planejamento financeiro, mesmo diante da forte concorrência do clube paulista .
Por outro lado, o Zenit pode ficar mais flexível para discutir a venda de Nino se conquistar o Campeonato Russo — ocupa a vice-liderança até aqui. Outro fator que pesaria a favor do negócio é a vontade do defensor em retornar ao futebol brasileiro, principalmente com a questão do filho Antônio, que nasceu com síndrome de Down e segue com dificuldades de adaptação à Rússia.
Até por conta desse cenário, o Fluminense colocou na balança as dificuldades de repatriar Nino e optou por trazer de imediato o zagueiro colombiano Julián Millán, ex-Nacional-URU, por 4 milhões de dólares (R$ 20,6 milhões) fixos e mais 1 milhão de dólares (R$ 5,1 milhões) em bônus. Além do reforço na defesa, o tricolor fez a maior contratação de sua história (cerca de R$ 52 milhões) com o centroavante argentino Rodrigo Castillo, ex-Lanús-ARG.
