Vivi para contar: 'Quero que todos os homens mencionados nos arquivos de Epstein sejam levados à Justiça', diz brasileira que sobreviveu aos abusos

 

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Eu não queria mais ter nada a ver com o mundo de Jeffrey Epstein. Minha decisão de quebrar o silêncio sobre os abusos que vivi nasceu no memorial de Virginia Giuffre [advogada, que denunciou a rede de tráfico sexual de Epstein em 2015]. Nesse dia, ao lado de outras sobreviventes, entendi que ela lutou por nós durante anos. Meus advogados então me disseram que, se eu contasse a minha história, poderia ajudar na liberação dos arquivos pela Justiça americana. Mas a minha motivação maior foi minha filha. Ela tem 12 anos e está a um ou dois anos da idade que eu tinha quando fui abusada por Epstein. Não quero que ela nem nenhuma outra menina passe pelo que passei. Quando falei pela primeira vez sobre os abusos, em setembro do ano passado, eu precisava dizer que não importam a vergonha e o medo. Não importa o que as pessoas vão dizer ou no que vão acreditar. O que importa é você e a sua história. Essa é a minha história. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.