Vik Muniz no CCBB, imersivas sobre 'Gênesis' e Titanic e mais exposições no Rio de Janeiro

 

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A maior retrospectiva de Vik Muniz, que abriu quarta (20) no CCBB, e a experiência imersiva "Eonarium Genesis", inspirada no livro bíblico, estão entre as principais novidades da semana dentre as mostras em cartaz na cidade. Além disso, chegam três individuais ao Centro Cultural Correios, e acaba de abrir, no Via Parque Shopping, uma imersiva sobre o Titanic. Abaixo, confira um guia com as principais exposições em cartaz no Rio de Janeiro.

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Galerias Relacionadas

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Principais museus e centros culturais

Caixa Cultural. Rua do Passeio 38, Centro. Ter a sáb, das 10h às 20h. Dom e feriados, das 11h às 18h. Grátis.

A exposição “Word Press Photo 2026” apresenta os 42 projetos vencedores da 69ª edição do concurso anual de fotojornalismo e fotografia documental, que apresenta registros sobre temas urgentes, como conflitos armados, crise climática e poluição. Até 28 de junho.

Fotografia "Separados pelo ICE", da norte-americana Carol Guzy, foi eleita a foto do ano pelo World Press Photo 2026

Carol Guzy, ZUMA Press, iWitness, for Miami Herald

Casa Brasil. Rua Visconde de Itaboraí 78, Centro. Ter a dom, das 10h às 17h. Grátis.

Estão em cartaz a coletiva “Casa fluminense”, com 97 obras de 60 artistas de diferentes regiões do estado que passeiam por temas como diversidade, turismo, identidade e tradições; e a individual “Cada cabeça é um mundo”, em que a fotógrafa Melissa Oliveira explora o universo das barbearias em comunidades cariocas. Até 8 de julho.

Vista da mostra "Casa fluminense", na Casa Brasil, que reúne 60 artistas do estado

Divulgação/Filipe Aguiar

Casa Roberto Marinho. Rua Cosme Velho 1105. Ter a dom, das 12h às 18h. R$ 10. Aos domingos, R$ 10 para grupos de quatro. Grátis às quartas. Assinante O GLOBO tem desconto.

Em "o (tempo)", Waltercio Caldas apresenta esculturas, instalações, pinturas, desenhos e objetos feitos entre 1967 e 2025 que exploram a relação entre espaço, tempo e percepção. Até 27 de setembro.

"Espelho para Velázquez", de Waltercio Caldas, exposta na Casa Roberto Marinho

Divulgação/Sérgio Araújo

CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Primeiro de Março 66, Centro. Qua a seg, das 9h às 20h. Grátis.

'Vik Muniz – A olho nu'. A maior retrospectiva da carreira do paulistano reúne mais de 200 obras, 20 delas inéditas. A seleção vai de esculturas do início de carreira às célebres séries fotográficas que marcaram a popularização do trabalho de Muniz, como "Imagens de sucata", que inspirou a abertura da novela das 21h da TV Globo "Passione" (2010). Até 7 de setembro.

'Yoshitaka Amano – Além da fantasia'. Na mostra, estão reunidas 218 obras, entre pinturas, ilustrações e croquis, mais uma sala com projeção imersiva em 360º, do japonês criador da identidade visual do jogo “Final Fantasy”, que também colaborou com a série “Candy Girl” e quadrinhos como “Sandman”. Até 22 de junho.

'Do sal ao digital: o dinheiro na coleção Banco do Brasil'. Com alguns itens históricos, como a peça da coroação de D. Pedro I, que nunca foi posta em circulação, a mostra permanente do espaço conta a origem do dinheiro no país e no mundo. Atividades interativas, obras de arte e mais de 800 moedas e cédulas estão em exibição. Exposição permanente.

Obras de Vik Muniz: detalhe de 'Double Mona Lisa (Peanut butter and jelly)' e 'Liz Taylor', da série 'Retratos de diamante'

Fotos de divulgação

Centro Cultural Correios. Rua Visconde de Itaboraí 20, Centro. Ter a sáb, das 12h às 19h. Grátis.

Chegam três novas mostras: “Língua de fogo”, com obras de Pàulla Scàvazzini inspiradas no imaginário botânico tropical; “Jardim”, em que Carol Ambrósio usa pedaços de porcelanas e utensílios domésticos para refletir sobre o papel social da mulher; e “Arca quattro”, de Luiz Badia, que mistura referências da História da Arte, cultura pop e do livro bíblico “Gênesis”. Até 4 de julho. Abertura quarta (27), das 16h às 20h.

Seguem em cartaz: “Entre raízes e paredes”, com obras de Denise Calasans que articulam memória, natureza e vida doméstica a partir do feminino; e “Escultura carnavalesca: a poética das mãos”, em que Marina Vergara explora o processo escultórico dos desfiles de escolas de samba (até 22 de junho); “A música de Rapoport – Harmonia dos traços”, com obras de Alexandre Rapoport (1929–2020) que articulam corpo, movimento e espaço; “Rejunte”, com telas de Dolores Esos que exaltam o cotidiano brasileiro; e “Furando a bolha”, em que Heberth Sobral e Dani Lacerda usam o plástico bolha para refletir sobre as camadas de isolamento da sociedade atual (até 27 de junho).

Obra de Carol Ambrósio na exposição "Jardim", em cartaz no Centro Cultural Correios

Cássia Bonemy

Centro Cultural Justiça Federal (CCJF). Av. Rio Branco 241, Centro. Ter a dom, das 11h às 19h. Grátis.

Em “Falso brilhante”, Wilson Piran dialoga com a pop art dos anos 1980 para retratar figuras que vão de Santos Dumont a Marielle Franco usando glitter. Na coletiva “Morro pela boca, vivo pelos olhos”, com obras de oito artistas que refletem sobre temas como solidão, desejo, paixão e transformação a partir da perspectiva queer. Até 21 de junho.

Museu da Imagem e do Som Copacabana. Av. Atlântica 3.432. Sáb e dom, às 10h e às 14h. Grátis, com retirada de ingressos via Sympla.

A primeira exposição temporária do espaço, “Arquitetura em cena: o MIS COPA antes da imagem e do som”, conta a história da construção do museu, desde a idealização até as obras, que duraram 16 anos e ainda estão em finalização, prevista para este ano.

Exposição “Arquitetura em cena: o MIS COPA antes da imagem e do som”, no Museu da Imagem e do Som Copacabana

Divulgação

MAR - Museu de Arte do Rio. Praça Mauá 5, Centro. Qui a ter, das 11h às 18h (última entrada às 17h). R$ 20. Grátis às terças.

'Tião: um fotógrafo da Providência'. A mostra reúne mais de 270 obras de Sebastião Pires de Oliveira (1943-2015), fotógrafo e morador do Morro da Providência que registrou, entre as décadas de 1960 e 1980, o cotidiano da comunidade e as transformações da cidade do Rio. Além do MAR, parte da mostra ocupa o Teleférico da Providência. Até 29 de novembro.

'Sortilégios de desvio'. A paulistana No Martins apresenta obras que articulam cenas do cotidiano com espiritualidade e relações afetivas da negritude brasileira. Até 20 de setembro.

'Entrar na grande noite'. A mostra gratuita na biblioteca apresenta serigrafias e pinturas de Guilhermina Augusti que dialogam com a tradição estética afro-brasileira. Até julho.

'Nossa vida bantu'. Com cerca de 50 obras, a mostra reflete sobre as raízes dos povos da África Central presentes na identidade nacional. Prorrogada até 27 de setembro.

Museu do Amanhã. Praça Mauá 1, Centro. Qui a ter, das 10h às 18h. R$ 40. Todo dia 10, entrada a R$ 10.

'Do cosmos a nós'. A exposição permanente aborda o impacto do homem no planeta. Nesta semana, a seção anteriormente conhecida como "Antropoceno" passou a se chamar "Onde Estamos?", trazendo um novo vídeo-instalação e uma experiência imersiva sobre o tempo presente.

Museu de Arte Contemporânea de Niterói. Mirante da Boa Viagem s/nº, Boa Viagem, Niterói. Ter a dom, das 10h às 18h. R$ 20.

Inspirada no ensaio “Um teto todo seu”, de Virginia Woolf, a mostra “Um teto” reúne obras de oito artistas que articulam trabalho doméstico, cuidado e criação artística. Até 7 de junho.

Obra de Elisa Arruda na mostra "Um teto", em cartaz no MAC Niterói

Divulgação

Museu de Arte Moderna (MAM). Av. Infante Dom Henrique 85, Aterro. Qua a dom e feriados, das 10h às 18h. Grátis, com contribuição voluntária (sugestão de R$ 20 para adultos; R$ 10 para crianças e idosos).

'Rubem Valentim: a ordem do sensível'. Com 180 obras, a mostra acompanha a evolução da linguagem visual do artista, baseada em símbolos das religiões afro-brasileiras, a partir das cidades em que viveu. Até 2 de agosto.

'100 anos de arte: Gilberto Chateaubriand'. Segunda mostra organizada pelo centro cultural em homenagem ao centenário do colecionador. A partir de cinco núcleos, a exposição traça uma história do último século da arte brasileira, com obras de nomes como Cícero Dias, Iole de Freitas e Tunga. Até 7 de junho.

'Carmen Portinho: modernidade em construção'. A retrospectiva apresenta mais de 300 itens que revelam ideias e processos de trabalho da engenheira, urbanista e militante feminista. Até 31 de maio.

Serigrafia do Alfabeto Kitônico, sistema visual criado por Rubem Valentim

Divulgação/Jaime Acioli

Museu do Pontal. Av. Celia Ribeiro da Silva Mendes 3.300, Barra. Qui a dom, das 10h às 18h. Grátis, com contribuição voluntária.

'Roraimarte III'. Gustavo Caboco apresenta obras que exploram a inusitada conexão entre Monte Roraima e Marte. Até agosto.

'Festas, sambas e outros carnavais' . A exposição reúne esculturas, fotos e pinturas de mais de 60 artistas de dez estados que abordam festejos populares como maracatu, folia de reis, reisado, jongo, boi-bumbá e carimbó. Até novembro.

''Sérgio Vidal: nas batucadas da vida'' . O artista plástico de 80 anos ganha, pela primeira vez, uma retrospectiva de sua obra — muito influenciada por Heitor dos Prazeres. As mais de 30 pinturas retratam de igrejas evangélicas de sua infância à vida boêmia no Rio. Até julho.

'José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau'. A exposição reúne nove obras de madeira, algumas com mais de três metros de altura, criadas pelo pernambucano e por seus conterrâneos Gilvan Bezerra, Dário Bezerra e Luiz Benício.

‘Novos ares - Museu do Pontal reinventado’. A mostra presta homenagem à proposta do idealizador e fundador do museu, Jacques Van de Beuque (1922-2000) para o espaço. Longa duração.

Obra de Gustavo Caboco exposta no Museu do Pontal

Julia Thompson

Museu Nacional de Belas Artes. Av. Rio Branco 199, Centro. Seg a sex, das 13h às 17h, com última entrada às 16h30. Segundo sábado do mês, das 11h às 15h. Grátis.

Na Sala Bernardelli, está a exposição “Histórias que a arte conta”, com dez obras dos séculos XIX e XX, de nomes como Pedro Américo, José Maria de Medeiros e Chaves Pinheiro, além de “Antínoo”, peça arqueológica datada dos séculos II–III d.C. Até 10 de julho.

Paço Imperial. Praça Quinze de Novembro 48, Centro. Ter a dom, das 12h às 18h. Grátis.

'Constelações — 40 anos do Paço Imperial'. A mostra comemorativa reúne cerca de 160 obras de mais de cem artistas que marcaram a História do centro cultural e da arte brasileira. Até 7 de junho.

'Toró'. A mineira Niura Bellavinha celebra 35 anos de carreira com pinturas, esculturas e instalações que trabalham temas como transbordamento e transformação, e questionam o passado colonial do país. Até 7 de junho.

'O que sustenta'. O pernambucano Marcelo Silveira apresenta uma uma instalação sensorial feita com varadas de madeira, novelos de linho e um vinil, que toca a afirmação "Tudo certo". Até 7 de junho.

Jardim de Burle Marx que ficará exposto no Paço Imperial

Divulgação

Outros museus e centros culturais

Academia Brasileira de Letras. Av. Presidente Wilson 203, Centro. Seg a qui, das 11h às 17h30. Grátis.

'Grande sertão'. A mostra comemora os 70 anos de lançamento do clássico de Guimarães Rosa com pinturas de Graça Craidy que retratam os personagens da obra. Até 28 de maio.

Segue em cartaz “Entre África e Brasil: o acervo de Alberto da Costa e Silva”, que exibe imagens de viagens, livros e obras colecionadas pelo acadêmico, o maior africanista brasileiro.

Biblioteca Parque. Av. Presidente Vargas 1261, Centro. Seg a sex (exceto feriados), das 10h às 17h. Grátis.

A mostra “Automata” apresenta 30 obras interativas em arte têxtil feitas pela indígena Aline Bagre e Anthony Brito, que refletem sobre ancestralidade dos povos originários. Até 29 de maio.

Centro de Documentação e Pesquisa da Funarte. Praça da República 26, Centro. Seg a sex, das 10h às 16h.

Marcando as comemorações pelos 50 anos da Funarte, o novo espaço, que ocupa a antiga Casa da Moeda, inaugura com a exposição “Ocupação Grande Othelo”, que celebra vida e obra do artista (1915-1933), a partir de 160 itens. Até 30 de setembro.

“Ocupação Grande Othelo”, em cartaz no novo Centro de Documentação e Pesquisa da Funarte

Divulgação/Acervo Funarte

Casa Museu Eva Klabin. Av. Epitácio Pessoa 2480, Lagoa. Qua a dom, das 14h às 18h. Grátis.

A mostra “Beleza habitada: Eva Klabin, moda e memórias” apresenta, pela primeira vez, peças de alta-costura, documentos, fotografias e pinturas do acervo pessoal da colecionadora, que dialogam com obras de arte da coleção permanente da casa. Até 31 de maio.

Peças do vestuário da colecionada Eva Klabin, exibidas na Casa Museu Eva Klabin

Divulgação/Acervo Casa Museu Eva Klabin

Centro Cultural Arte Sesc. Rua Marquês de Abrantes 99, Flamengo. Seg a sáb, das 12h às 19h. Grátis.

Em "Cerâmica: argila como matéria-prima", 34 obras de 13 artistas apresenta um panorama da cerâmica brasileira. Dentre os destaques, trabalhos de Antônio Poteiro e de Ana das Carrancas. Até 31 de maio.

Centro Cultural João Nogueira (Imperator). Rua Dias da Cruz 170, Méier. Diariamente, das 13h às 22h. Grátis.

Em “Carmen, Embaixatriz do Samba”, está uma reprodução inédita em 3D da máscara mortuária da Pequena Notável, além de itens como fotografias, recriações de figurinos icônicos, discos e partituras. Longa duração.

Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica. Rua Luís de Camões 68, Centro. Seg a sáb, das 10h às 18h. Grátis.

Abrem sábado as individuais “Se por ocaso a aurora”, em que Gabriela Gusmão mistura filme, escultura, pinturas e desenhos em instalação imersiva que trabalha a ideia de continuidade entre material e suporte (até 26 de junho); e “E eu me levanto e conto uma história”, em que Paula Parisot articula temas como corpo, maternidade, luta e reconstrução (até 1º de julho).

Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular. Sala do Artista Popular. Rua do Catete 179. Ter a sex, das 10h às 18h. Sáb, dom e feriados, das 13h às 17h. Grátis.

Em “Filhas e netas da Mãe do Barro: as louceiras de Maruanum”, estão 208 louças de barro produzidas por 26 pessoas, em sua maioria mulheres, da região, a cerca de 80 km de Macapá (AP).

Seguem em cartaz as obras vencedoras do Prêmio Mário de Andrade de Fotografias Etnográficas, que celebra registros da cultura popular brasileira. Longa duração.

Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (Crab). Praça Tiradentes 69/71, Centro. Ter a sáb, das 10h às 17h. Grátis.

'Mata viva'. A mostra imersiva promove um mergulho sensorial pela natureza e pelo artesanato do Brasil, a partir de 259 obras criadas com materiais dos biomas nacionais. Até 13 de junho.

FGV Arte. Praia de Botafogo 186. Ter a sex, das 10h às 20h. Sáb e dom, das 10h às 18h. Grátis.

Com curadoria de Glicéria Tupinambá e Paulo Herkenhoff, “Eu chorei rios: arte dos povos originários da América” reúne pinturas, fotos, esculturas, objetos, instalações e artefatos históricos feitos por artistas indígenas da América Latina, a peças de nomes como Ailton Krenak, Claudia Andujar e Mestre Valentim. Até 20 de setembro.

"Manto Tupinambá", de Glicéria Tupinambá, exposto na FGV Arte

Divulgação/Lucena de Lucena

Futuros — Arte e Tecnologia. Rua Dois de Dezembro 63, Flamengo. Qua a dom, das 11h às 20h. Grátis.

'Papo reto'. A mostra reúne instalações, pinturas, fotografias, impressões 3D e vídeos feitos por artistas do Laboratório 2050 de Arte e Tecnologia, no Morro do Santo Amaro, que exploram temas como identidade, vida em comunidade, criatividade, memória e futuro. Até 16 de agosto.

Musehum. Localizado dentro do centro cultural, o espaço abriga exposição permanente com primeiros aparelhos telefônicos residenciais, de mesa ou parede, orelhões, entre as dezenas de tipos de telefones de diferentes épocas. No total, são mais de 130 mil itens da história das telecomunicações, entre fotos, listas telefônicas e equipamentos.

Instituto Antônio Carlos Jobim. Rua Jardim Botânico 1.008. Qui a ter, das 9h às 17h. Grátis.

'Tom Jobim: discos solo'. A mostra permanente do espaço, dentro do Jardim Botânico, faz uma imersão nos 12 álbuns do compositor carioca. Por meio de documentos, fotos, gravações, partituras e objetos pessoais, o curador Aluísio Didier conta curiosidades e fatos raros da carreira do maestro, um dos criadores da bossa nova.

Memorial às Vítimas do Holocausto. Temporariamente fechado.

Museu Bispo do Rosário. Estrada Rodrigues Caldas 3400, Taquara. Ter a sáb, das 9h às 17h. Grátis.

A partir do livro “O sertão carioca”, de Armando Magalhães Corrêa, a exposição “Regresso ao sertão” reúne 200 peças — 60 delas de Bispo do Rosário — que propõem uma releitura crítica e artística da Zona Oeste do Rio. Até junho.

Museu Carmen Miranda. Av. Rui Barbosa (em frente ao número 560). Ter a sex, das 11h às 17h. Sáb, dom e feriados, das 12h às 17h. Grátis.

Celebrando dois anos de reabertura, o espaço relembra a atriz e cantora (1909-1955) em seus 70 anos de morte com a mostra “Carmen: luz e ação”, que passeia por sua vida e carreira. Dentre os destaques do acervo, está o conjunto canutilho utilizado no filme Copacabana (1947). Exposição de longa duração.

Museu de Imagens do Inconsciente. Rua Ramiro Magalhães 521, Engenho de Dentro. Ter a sáb, das 10h às 16h. Grátis.

A mostra “Riquezas do mundo interno – Coleções e leituras” apresenta mais de 60 obras do acervo da casa e de outros três museus, agrupadas por aproximações poéticas. Longa duração.

Museu do Jardim Botânico. Rua Jardim Botânico 1.008 . Qui a ter, das 10h às 17h (última entrada às 16h). Grátis.

Abre sábado (23) a exposição “Ser (tão): imersão no cerrado”, com fotocolagens, instalações e esculturas de nomes como Flavia Daudt, Ana Paula Freitas Valle e Ricardo Siri que exaltam o bioma. Até 3 de novembro.

Exposição de longa duração. O passeio pelos mais de dois séculos de história do arboreto fundado em 1808 traz obras como a "Sumaúma: Copa, Casa, Cosmos", de Estevão Ciavatta, com narração de Regina Casé, que promove uma imersão virtual na árvore amazônica presente na coleção viva do JBRJ, além da instalação "Utopia Botânica", da artista Fernanda Froes.

Museu do Samba. Rua Visconde de Niterói 1.296, Mangueira. Ter a sáb, das 10h às 17h. R$ 20.

'Guardiãs do samba'. Na individual, que abriu terça (5), Aninha Portal retrata 53 mulheres que marcaram a História do gênero, de Tia Ciata a Elza Soares. Até 27 de junho.

'Alvoradas de Cartola'. A mostra que reúne, sob curadoria de Nilcemar Nogueira, neta do artista, mais de cem itens, dentre eles duas poesias inéditas — uma delas interpretada em áudio por Fernanda Montenegro —, depoimentos inéditos de Walter Firmo e outros amigos ilustres, e o manuscrito de “As rosas não falam”.

'Arte delas, heranças ancestrais'. Coletiva com obras de 32 mulheres pretas que participaram de residência artística.

Neta Nilcemar grava Cartola compondo

Acervo pessoal/Museu do Samba

Palácio Gustavo Capanema. Rua da Imprensa 16, Centro. Seg a sex, das 10h às 18h. Sáb, das 12h às 17h (exceto feriados). Grátis.

Em cartaz no mezanino do edifício, a mostra comemorativa “Visualidades brasileiras — Funarte 50 anos” apresenta obras em diferentes suportes feitas por 40 artistas de diferentes gerações e regiões do país. Até 6 de junho.

Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Praça Floriano s/n, Centro. Grátis para quem for assistir a espetáculos no teatro.

Exposta nos corredores das galerias e balcões superiores, a mostra “Pano de fundo” reúne 33 obras inéditas de Augusto Portella e Daniel Frickmann que exploram temas relacionados ao próprio edifício e seu entorno. Inspiradas na ópera “Wozzeck” (1925), de Alban Berg, as pinturas de Portella retratam a história trágica de um soldado pobre que, humilhado socialmente e usado como cobaia humana, enlouquece e mata a esposa. Já os trabalhos de Frickmann, feitos a partir de seus próprios registros fotográficos, apresentam entidades, personagens e manifestações culturais e religiosas do Centro do Rio. Até 7 de junho.

OUTROS ESPAÇOS EXPOSITIVOS

Casa Tao. Rua Joaquim Silva 77, Lapa. Seg a sáb, das 12h às 19h. Grátis.

Com curadoria do Centro Cultural Hélio Oiticica, a exposição “Victor Biglione — Seis cordas para as estrelas” celebra os 50 anos de carreira do guitarrista com mais participações na história da MPB. Na seleção, 150 itens, entre pôsteres, artes plásticas, vídeos e objetos de memorabilia. Até 15 de agosto.

Parque Bondinho. Morro da Urca. Diariamente, das 8h às 22h (embarque até 20h30). A partir de R$ 85 (para moradores do Rio).

O espaço recebe a grande escultura inédita de Anna Bella Geiger, “Typus terra incognita”. A obra faz parte do Projeto Maravilha e relaciona pesquisas sobre cartografia e geopolítica, a que a artista se dedica desde os anos 1970, ao debate climático atual.

Escultura inédita de Anna Bella Geiger, “Typus terra incognita”

Jaime Acioli/Divulgação

Sesc Tijuca. Rua Barão de Mesquita 539. Ter a dom, das 10h às 20h. Grátis.

Está em cartaz a mostra “Tecendo histórias — Arte têxtil latino-americana”, com obras de 11 artistas e dois coletivos de Argentina, Brasil, Guatemala e Peru que usam técnicas ancestrais para dialogar com questões estéticas e políticas contemporâneas. Até 14 de junho.

Sesc Madureira. Rua Ewbanck da Câmara 90, Madureira. Ter a dom, das 10h às 20h. Grátis.

Após temporada no Sesc Tijuca, a mostra “Peréio — Semana que vem eu me organizo” apresenta desenhos, cartas, poesias do ator Paulo César Peréio (1940-2024). Até 15 de junho.

Sesc Ramos. Rua Teixeira Franco, 38. Ter a dom, das 10h às 17h. Grátis.

'Sustentar o efêmero'. Artistas do coletivo feminino Rosa Choque articulam memória, matéria e tempo em esculturas, pinturas, fotografias, instalações e assemblages. Até 21 de junho.

EXPOSIÇÕES IMERSIVAS

‘Eonarium Genesis’. Basílica Imaculada Conceição, Botafogo. Qui a dom, das 19h30 às 22h15, com última entrada às 21h45. A partir de R$ 75 (entrada social, com assento comum).

Inspirada no livro bíblico do Antigo Testamento, a experiência imersiva apresenta, por meio de projeções e video mapping, a história da criação do mundo. Abertura sexta (22).

Experiência imersiva inspirada no livro 'Gênesis' está na Basílica Imaculada Conceição

Divulgação

‘Titanic Experience’. Via Parque Shopping, Barra. Ter a sex, das 12h às 20h. Sáb, das 10h às 21h. Dom, das 12h às 20h. De ter a sex: R$ 70. Sáb, dom e feriados: R$ 90.

A exposição imersiva tem oito salas temáticas que reproduzem ambientes do navio, com réplicas em tamanho real de itens como a ponta da proa, e recursos tecnológicos que permitem interagir com o Capitão Smith, simular um mergulho até os destroços e se transformar em tripulante ou hóspede. Até 30 de junho.