Vendedor de churrasquinhos do Mangueirão diz que vende mais de mil 'gatinhos' no Re-Pa

 

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O clássico Re-Pa não mexe apenas com a rivalidade entre torcedores de Remo e Paysandu. Fora das quatro linhas, o duelo também impulsiona a economia informal no entorno do Mangueirão, em Belém. Em dias de clássico, comerciantes chegam a dobrar o faturamento.


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É o caso do vendedor de churrasquinho Daniel Teixeira, de 43 anos, que trabalha no estádio desde o início dos anos 2000. Conhecido entre frequentadores do local, ele diz que conseguiu criar três filhos apenas com a renda obtida nas vendas do tradicional “gatinho”, como é chamado o espetinho no Pará.


"Variedade e o tempero são o segredo", diz vendedor de churrasquinhos do Mangueirão (Fábio Will | Especial para O Liberal)


Daniel faz parte da chamada “velha guarda” dos vendedores do Mangueirão. Ele começou a trabalhar no estádio ao lado da mãe, que também atua como vendedora de churrasquinho nos dias de jogos.


Segundo o comerciante, partidas comuns costumam render boas vendas, mas nada comparado ao movimento de um Re-Pa. Cada unidade do espetinho é vendida por R$ 5.


“O segredo é o tempero e a variedade. A gente vende calabresa, coração e camarão. Em jogo normal vendo uns 600 churrascos, mas quando é Re-Pa passa de mil”, contou