'Vencer e competir': Ex-dirigente de Manchester United e Chelsea revela plano para levar gigante adormecida da F1 de volta ao topo; veja
Peter Kenyon ajudou a construir as marcas de dois gigantes da Premier League. Agora, quer despertar uma gigante adormecida da Fórmula 1.
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O empresário nascido em Cheshire, na Inglaterra, estava no Manchester United quando o clube conquistou a tríplice coroa de 1999 e teve papel nos bastidores ao convencer Sir Alex Ferguson a desistir da aposentadoria, enquanto consolidava as bases comerciais da equipe.
Depois, em uma passagem de seis anos como CEO do Chelsea, incentivado a se mudar para Londres pelo bilionário russo Roman Abramovich, trabalhou com o técnico José Mourinho e ajudou a ampliar as atividades de patrocínio dos Blues.
Agora, já em sua oitava década de vida e com mais de 30 anos de experiência no esporte profissional, Kenyon tenta reerguer as finanças da Atlassian Williams F1 Team.
Carlos Sainz guiando carro da Williams em Miami
CLIVE MASON / AFP
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A equipe “independente” revelou carros campeões mundiais guiados por Nelson Piquet, Nigel Mansell, Alain Prost, Damon Hill e Jacques Villeneuve, além de ter sido casa do último capítulo da carreira e da vida de Ayrton Senna.
Em 2026, porém, está longe do topo do grid. Após três Grandes Prêmios, antes da corrida de Miami desta semana, o espanhol Carlos Sainz e o piloto anglo-tailandês Alexander Albon haviam somado apenas dois pontos.
Ainda assim, em uma apresentação recente feita a executivos de tecnologia da Anthropic, dona do modelo de inteligência artificial Claude, Kenyon vendeu a visão de que, até 2030, o carro da Williams será capaz de rivalizar com Mercedes, Ferrari, McLaren e Red Bull.
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Em entrevista na semana passada, durante a conferência SportsPro, em Londres, Kenyon afirmou:
— O que ficou óbvio é que a [Anthropic] queria estar dentro do nosso negócio e fazer muito parte da jornada.
Segundo ele, a estratégia comercial da Williams não se baseia em prometer uma posição específica no campeonato, mas em apresentar um projeto de reconstrução.
— Então, nós não vendemos uma posição. Não dizemos que em 2026 vamos ser quintos ou segundos porque você é massacrado.
O dirigente explicou que o objetivo é reconduzir a equipe ao protagonismo de forma gradual, com metas ambiciosas já definidas para os próximos anos.
— O que fazemos é uma jornada de volta ao topo. E essa jornada de volta ao topo significa vencer corridas em 2028 e competir pelo Campeonato Mundial em 2030.
