Valor e Época NEGÓCIOS premiam hoje as maiores empresas do país em 28 setores da economia

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Evento de premiação realizado em 2025: critérios para a elaboração do ranking Valor 1000 têm a chancela do FGVCef/EAESP/FGV SP e da Serasa Experian Keiny Andrade/Valor Apontadas pelo Valor 1000, as empresas líderes em 28 setores da economia serão premiadas nesta terça-feira (8) em uma cerimônia no hotel Unique, em São Paulo. O evento, que marca a 26ª edição da pesquisa que analisa os resultados das maiores e melhores companhias do país, também fará uma homenagem especial à Empresa de Valor 2026, cujo desempenho a coloca em destaque no cenário de negócios. É possível acompanhar pelas redes sociais do Valor - LinkedIn, YouTube e Facebook. Na ocasião, será lançado o anuário Valor 1000, com um amplo conjunto de dados que permite dimensionar o peso das operações das grandes companhias para o Brasil. Os critérios utilizados para a elaboração do ranking das mil maiores empresas do país têm a chancela do Centro de Estudos em Finanças da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGVCef/EAESP/FGV SP) e da Serasa Experian, parceiras do Valor e da Época NEGÓCIOS na publicação. A programação inclui uma conversa com Christopher Garman, diretor-executivo para as Américas do Eurasia Group, Maria Cristina Fernandes, repórter especial e colunista do Valor e da CBN, e Lauro Jardim, colunista de O Globo e da CBN. Com mediação de Maria Fernanda Delmas, diretora de redação do Valor, serão analisados fatores políticos e econômicos que podem moldar o cenário brasileiro em curto e médio prazos. Os resultados obtidos neste ano pelo anuário mostram que as empresas líderes seguem investindo em seus planos de expansão e intensificando o uso da tecnologia. E permanecem firmes no objetivo de descarbonizar as operações e torná-las mais sustentáveis. São esses alguns dos pontos em comum entre as líderes dos 28 setores examinados pelo anuário. Em 2025, ano-base da pesquisa, o conjunto das companhias que integram o ranking apresentou um resultado melhor que no ano anterior. Desempenho a ser especialmente celebrado em um período marcado por desafios de peso para os negócios, como o custo do dinheiro e um ambiente instável no cenário geopolítico global, com guerras e fortes conflitos comerciais. Em 2025, a receita líquida somada do conjunto das mil maiores empresas atingiu R$ 8,3 trilhões A receita líquida somada do conjunto das mil maiores empresas aumentou 7,8% (de R$ 7,6 trilhões em 2024 para R$ 8,3 trilhões em 2025). É o segundo ano seguido de crescimento real (de 3,2%) após a queda de 2023, e o melhor resultado desde 2022. No lucro, a virada foi maior: alta de 26% nominal e 21% real, depois de um triênio com estagnação (recuo de 1,5% em 2022) e quedas acentuadas (28% em 2023 e 26% em 2024). O lucro líquido agregado aumentou 25,8% (de R$ 337,5 bilhões para R$ 424,3 bilhões). A parcela de companhias trabalhando no azul passou de 81% para 84%. Na pesquisa, o processo de avaliação da melhor empresa de cada setor se dá em duas etapas: a primeira é contábil-financeira, correspondendo a 70% da nota final; em seguida é realizada uma análise ESG - práticas ambientais, sociais e de governança -, correspondendo a 30% da nota final, aplicada às companhias com melhores pontuações na primeira etapa (as três primeiras colocadas em cada setor). Essa avaliação é feita por um comitê formado pelo Valor e pelo FGVcef e que nesta edição contou com 14 profissionais especializados no tema: Beatriz Brandão, Camila Dinat, Carolina Learth, Denise Hills, Felipe Puppi, Fernando Alves, Gabriela Bertol, Gregori Birnie, Henri Rysman de Lockerente, Isabella Salton, Ligia Maura Costa, Natália Muto Biesiada, Sergio Simões e Sonia Consiglio. Os resultados do anuário foram consolidados a partir da análise de informações de 1.036 companhias. A nota de corte da última colocada do ranking avançou cerca de 9% de um ano para outro, passando de R$ 734 milhões em receita líquida na edição 2024 (dados de 2023) para R$ 799,8 milhões no ano passado. Entre as mil maiores, 26% têm o capital aberto no Brasil ou no exterior. O Prêmio Valor 1000 é uma realização do Valor Econômico e de Época NEGÓCIOS e conta com patrocínio ouro de Alelo, Caixa Seguridade, Huawei e Deloitte; patrocínio prata de FGV Educação Executiva, Vibra, MBRF, Febraban e XP; e patrocínio bronze de Intelbras, CNI Sistema Indústria, Sicredi e Mineração Taboca. A premiação tem a Azul como companhia aérea oficial e GAC como carro oficial do evento, o apoio de Fiesp e Eletromidia e a parceria de Serasa Experian e FGVcef/FGV-SP. Mais Lidas

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