Vale-tudo eleitoral: por controle da Câmara, Trump ataca representatividade de negros em novo golpe à democracia americana
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Na fotografia, Leona Tate, de seis anos, segura a lancheira com firmeza e arregala os olhos como se intuísse a importância de se registrar o momento. Na manhã de 14 de novembro de 1960, ela foi uma das seis meninas que romperam a política de segregação racial nas escolas de Nova Orleans, em ação até então inédita no sul dos Estados Unidos. O clique não revela que elas estudariam por um ano e meio com proteção policial e sem colegas de classe. Os pais brancos se recusaram a deixar suas filhas dividir espaço com “alunas descendentes de escravizados”. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
