A Copa do Mundo Feminina Sub-17 de 2026, disputada no Marrocos, tem em Rilany Silva um dos destaques fora das quatro linhas. Comandante da Seleção Brasileira, ela foi a única mulher entre os quatro técnicos semifinalistas.
Agora, busca conduzir o país à conquista inédita da medalha de bronze diante da Coreia do Norte. Além de Rilany, chegaram à semifinal Ji Yun-nam, treinador da Coreia do Norte, Akeem Busari, comandante da Nigéria, e Sadayoshi Shirai, técnico do Japão.
Dessa forma, a brasileira se destacou como a única mulher entre os profissionais que alcançaram a fase decisiva do Mundial. + SIGA O OTD NO WHATSAPP, YOUTUBE, TWITTER, INSTAGRAM, TIK TOK E FACEBOOK
Rilany destaca representatividade no futebol feminino Mesmo em uma competição feminina, a presença de mulheres em cargos de liderança técnica ainda representa um desafio no futebol mundial.
Por isso, Rilany ressaltou o significado de ocupar esse espaço e a responsabilidade de abrir caminhos para outras profissionais. “Estar nessa decisão representa reconhecimento, representa uma grande responsabilidade também.
Eu, como mulher num cargo de liderança, sei o tamanho da responsabilidade que tenho, principalmente com os jovens atletas, e também da responsabilidade de abrir um caminho para outras mulheres. As mulheres em cargos de liderança existem, mas elas precisam que as pessoas deem oportunidades.
Elas precisam de formação, precisam de desenvolvimento e precisam, principalmente, que as pessoas que vão fazer essas escolhas entendam e olhem para elas com uma grande capacidade profissional de exercer a função de liderança escolhida naquele momento”, afirmou Rilany Silva. LEIA MAISFutebolCBF anuncia convocadas para a Copa do Mundo Sub-17FutebolIntegração propõe Arthur Elias como “mentor de jogo agressivo e ofensivo”FutebolSeleção feminina Sub-17 segue preparação para o Sul-AmericanoFutebolNova treinadora da Seleção Feminina Sub-17 é anunciada
Além da representatividade, a treinadora destacou a importância da experiência internacional. Segundo ela, disputar uma Copa do Mundo permite avaliar o desenvolvimento das jovens atletas brasileiras e identificar os pontos que precisam evoluir.
“Vivenciar uma Copa do Mundo é sempre uma experiência muito especial. É um ambiente único no seu grau de competitividade, no seu nível de exigência, e é uma grande oportunidade de ver e entender como as jovens atletas estão sendo desenvolvidas, em qual nível as seleções estão e em qual nível nós estamos.
É também uma oportunidade de avaliar se somos capazes de competir em um grande palco e o que precisamos fazer para melhorar internamente o nosso nível, para que, quando chegarmos aqui, consigamos competir de igual para igual com qualquer seleção”, completou. Brasil busca primeira medalha no Mundial Feminino Sub-17
A Seleção Brasileira enfrenta a Coreia do Norte neste sábado (7), às 12h (horário de Brasília), pela disputa do terceiro lugar. Com uma vitória, o Brasil conquistará sua primeira medalha na história da Copa do Mundo Feminina Sub-17.
O confronto será realizado no Complexo de Futebol Feminino Mohammed VI, em Salé, no Marrocos. A partida terá transmissão do SporTV, CazéTV e FIFA+.
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