Em 1966, foi publicado nos Estados Unidos um dos mais relevantes estudos sobre as causas da desigualdade educacional. O relatório “Equality of Educational Opportunity” ficou mais conhecido pelo sobrenome de seu autor, o sociólogo James Coleman (1926-1995), que recebeu do governo daquele país a missão de investigar se as escolas públicas americanas proporcionavam oportunidades iguais a crianças negras e brancas. Dados de aproximadamente 650 mil estudantes foram analisados, e a conclusão mais impactante da pesquisa persiste até hoje: o principal fator a determinar a diferença medida em testes estava fora da escola, mais precisamente o nível socioeconômico das famílias. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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