Com camisas da seleção brasileira e ansiosa para conhecer o Rio de Janeiro, uma família colombiana chegou à Pedra Bonita, na Zona Sul da cidade, na manhã desta terça-feira com um plano: fazer um voo de asa-delta. Mas, ao chegar ao local por volta das 11h, encontrou o Clube São Conrado de Voo Livre (CSCVL) fechado.
A atividade estava suspensa desde o acidente da véspera, que matou o argentino Adrian Guillermo Arismendi, de 26 anos, e o instrutor brasileiro Luiz Eduardo Rodrigues dos Santos, de 45. Sem conseguir realizar o passeio, os turistas tiveram que procurar outra programação para o dia.
Sistema Guandu: Manutenção paralisa abastecimento de água no Rio e na Baixada Fluminense nesta terça Queda de asa-delta em São Conrado: Voo livre não é fiscalizado pela Anac; bombeiros atenderam a um acidente a cada 20 dias este ano no Rio
A família chegou ao Rio no sábado, pela primeira vez, e está hospedada em Copacabana. O grupo é formado por uma mulher de 60 anos; a filha, 20; o filho, 30, acompanhado pela mulher e pelo bebê do casal.
Os dois irmãos planejavam fazer o salto. Eles chegaram ao clube em busca de informações, mas não receberam explicações claras sobre o motivo de o espaço estar fechado.
— Eu e minha irmã íamos voar. Nós nos planejamos para isso.
É nossa primeira vez no Rio. Agora estamos tentando escolher entre outras duas opções: o Jardim Botânico ou a Floresta da Tijuca — contou o colombiano, de 30 anos.
Governador eleito: Douglas Ruas anuncia primeiros secretários e prepara revisão do orçamento e teto de gastos no Rio Instrutores começaram a chegar à entrada do clube por volta das 8h30.
Eles se reuniram nos bancos em frente ao espaço, que permanecia fechado. Após queda de asa-delta no feriado, chega a seis o número de mortos em voos livres em um ano em São Conrado
O Globo