Trump republica postagem de filho, aliado de Eduardo Bolsonaro, de que corte em agência fez esquerda perder nas Américas

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Fonte da notícia: CBN CBN

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, republicou uma postagem feita pelo filho, Donald Trump Jr., logo após as eleições no Brasil, de que a América Latina passou a ser mais pró direita e a esquerda passou a perder eleições desde que o governo republicano extinguiu a Usaid, agência americana de ajuda internacional. Em publicação nas redes sociais horas após o fim do primeiro turno, Donald Trump Jr. escreveu que desde o desmantelamento da Usaid, 'a esquerda não ganhou uma única eleição presidencial na América Latina'. 'Eles chamavam isso de ajuda, mas era interferência eleitoral. Obrigado, Elon Musk, por trazer isso à luz. O golpe acabou', escreveu. Sem apresentar evidências, Trump Jr. disse que bilhões de dólares eram destinados para ajudar ONGS que, segundo ele, 'convenientemente sempre apoiavam o mesmo lado'. Ele também complementou que a agência realizava 'interferência eleitoral'. Musk, aliás, também comentou em um post que falou sobre as eleições brasileiros destacando o mesmo tema. Segundo o empresário e dono da rede social X, a 'Usaid se envolveu em interferência eleitoral e mudança de regime em todo o mundo, causando imensos conflitos'. O governo Trump alega que as organizações e governos beneficiados eram sempre de esquerda e relacionadas a ex-integrantes democratas do governo. A Usaid foi fundada em 1961 pelo presidente John F. Kennedy para promover ajuda internacional americana. Trump Jr. mantém proximidade com a família Bolsonaro, especialmente com Eduardo Bolsonaro, na qual já chamou de 'amigo'. Vitórias da direita podem dar a Flávio Bolsonaro poderes que seu pai nunca teve, afirma jornal Flávio Bolsonaro (PL) em discurso após resultado do 1º turno Reprodução/TV Globo A vitória da direita na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, além da possibilidade de destituir e indicar novos ministros do Supremo Tribunal Federal podem dar a Flávio Bolsonaro, caso eleito presidente, poderes que seu pai nunca teve. A avaliação está em uma reportagem do jornal Washington Post, destacando que, entre suas ações, está a 'influência necessária não apenas para libertar seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está preso, mas também para conceder indulto a apoiadores condenados por um ataque semelhante ao de 6 de janeiro na capital'. O texto destaca o domínio do PL nas duas casas legislativas, com 28 das 81 cadeiras no Senado e 121 das 513 cadeiras na Câmara. Além disso, afirma que Flávio apresentou a 'eleição como uma oportunidade de vingança'. A reportagem faz um comparativo quando Jair Bolsonaro assumiu o cargo em 2019, quando elegeu quatro senadores e 52 deputados, precisando realizar negociações para avançar com a agenda. O Washington Post também compara Flávio Bolsonaro a Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, no quesito de prometer perdoar e classificar como patriotas aqueles que invadiram o Congresso e o Supremo em 8 de janeiro de 2023. 'Reformular o Supremo Tribunal Federal tornou-se um de seus projetos mais claros, visando acertar contas antigas e prevenir contestações futuras. O próprio Bolsonaro está sendo investigado por alegações de corrupção após ter solicitado milhões de dólares a um banqueiro preso, acusado de um esquema de fraude bilionária'. O texto, então, destaca que Flávio poderia até mesmo nomear quatro ministros do STF e ter maioria na corte. O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, afirmou nesta terça-feira (06) que o Congresso Nacional estará muito mais voltado para a aprovação de modificações constitucionais e projetos da direita numa eventual gestão dele. A manifestação ocorreu em ato em Goiânia, de formalização do apoio de Ronaldo Caiado (PSD). O presidenciável fez a fala após citar promessas de campanha para a área da Segurança Pública como qualificar o roubo de celulares, construir presídios de segurança máxima no modelo de El Salvador e aprovar a castração química de condenados por estupro. No entanto, em discurso, não deu detalhes. 'O Brasil já me deu, Caiado, um Congresso muito mais à direita do que é hoje, com maioria no Senado para eleger presidente, com maioria na Câmara para eleger presidente, para a gente mudar a Constituição, para redemocratizar esse país, para as instituições voltarem a respeitar esse país', afirmou. Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) são candidatos à Presidência da República Brenno Carvalho / Agência O Globo e Marina Uezima/Brazil Photo Press/Agencia O Globo

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