O presidente dos EUA, Donald Trump, passou a data em memória dos 25 anos dos ataques terroristas da Al Qaeda ao país na sede do Departamento de Defesa, o Pentágono. “Fomos todos nova-iorquinos naquele dia”, disse o presidente no Pentágono, onde morreram 184 das vítimas dos ataques simultâneos de 11 de setembro de 2001, reporta a AP. Quase 3.000 pessoas, de diferentes nacionalidades, morreram nos ataques ao país.
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Uma cerimônia com a bandeira americana foi realizada na área, localizada no lado oeste do prédio, atingida por um avião sequestrado por terroristas 25 anos atrás. Também participaram membros do governo atual, como o secretário de Defesa, Pete Hegseth, e do governo George W. Bush, como a então assessora de segurança nacional da Casa Branca, Condoleezza Rice, e que mais tarde passou a ser a secretária de Estado, no segundo mandato de Bush.
O presidente e a primeira-dama Melania Trump ouviram os nomes das 184 pessoas que perderam a vida no ataque ao prédio do Departamento de Defesa, lidos em voz alta, em recitação intercalada por toques de sino. Trump mencionou as histórias de algumas das vítimas, e reiterou que o momento resultou no fortalecimento da determinação americana.
“Nunca esqueceremos, de forma alguma”, afirmou o presidente. “É por isso que lutamos ainda hoje, não temos escolha”, acrescentou.
Mais cedo, durante uma chuvarada no raiar do dia, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, e comandantes militares observaram o momento em que uma bandeira americana gigante foi desfraldada do alto da fachada, na parte do prédio que foi atingida pelo avião em 11 de setembro de 2001.
Foi o segundo ano consecutivo em que Trump passou a data no Pentágono. Em 2024, Trump, que é de Nova York, havia participado da cerimônia no marco zero, onde ficavam as Torres Gêmeas, também atingidas em 2001.
Em 2026, o vice-presidente J.D. Vance participou da cerimônia em memória dos ataques de 11 de Setembro em Nova York, acompanhado por ex-presidentes americanos, enquanto outros integrantes do governo foram para a cerimônia de Shanksville, na Pensilvânia, onde caiu o avião da United Airlines, também há 25 anos.
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