Trump afirma que Musk e outros CEOs de big techs estão na China com ele para 'prestar homenagens'
Em seu discurso após chegar a Pequim, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, falou brevemente sobre o grupo de lÃderes empresariais e CEOs de big techs que o acompanhou na viagem para a China.
Entre eles, estão alguns dos maiores nomes da indústria americana, incluindo o CEO da Tesla, Elon Musk, o CEO da Nvidia, Jensen Huang, e o CEO da Apple, Tim Cook. Trump disse que eles estão lá para "prestar homenagem" e impulsionar os negócios no paÃs.
'Temos pessoas incrÃveis, e todas elas estão comigo. Convidamos os 30 melhores do mundo. Todos eles aceitaram, e eu não queria o segundo ou o terceiro lugar na empresa. Eu queria apenas os melhores. E eles estão aqui hoje para prestar homenagem a vocês e à China, e estão ansiosos para negociar e fazer negócios, e será totalmente recÃproco da nossa parte', disse ele.
Veja a lista de alguns dos convidados de Trump:
Elon Musk, CEO da SpaceX
Tim Cook, CEO da Apple
Jensen Huang, CEO da NVIDIA
Larry Fink, CEO da BlackRock
Stephen Schwarzman, CEO da Blackstone
Jane Fraser, CEO do Citi
Ryan McInerney, CEO da Visa
Dina Powell McCormick, Presidente da Meta
Casa Branca afirma que Trump e Xi concordaram que Irã não pode ter armas nucleares
Encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, presidentes dos Estados Unidos e da China, em Pequim.
Kenny Holston / POOL / AFP
A Casa Branca emitiu uma declaração nesta quinta-feira (14) sobre o encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping, em Pequim, capital da China.
A declaração dos EUA aborda a guerra no Irã de forma mais abrangente do que a da China. A própria declaração de Pequim mencionou o assunto apenas brevemente.
No entanto, a questão de Taiwan, anunciada por Xi como 'a questão mais importante', não foi mencionada em nenhum momento por Washington.
A declaração comenta que os dois discutiram sobre o Irã e concordaram que o paÃs 'jamais poderá ter uma arma nuclear'.
'Os dois lados concordaram que o Estreito de Ormuz deve permanecer aberto para garantir o livre fluxo de energia. O presidente Xi também deixou clara a oposição da China à militarização do estreito e a qualquer tentativa de cobrar pedágio pelo seu uso, e expressou interesse em comprar mais petróleo americano para reduzir a dependência da China em relação ao estreito no futuro. Ambos os paÃses concordaram que o Irã jamais poderá ter uma arma nuclear', diz o trecho.
A declaração ainda destacou o foco na cooperação e nos laços econômicos, antes de acrescentar que Trump e Xi falaram sobre o desejo de acabar com 'o fluxo de precursores de fentanil' para os EUA - algo que Trump buscou pessoalmente em seu segundo mandato.
No próprio comunicado da China sobre a reunião, o Irã foi mencionado apenas brevemente, entre outras questões geopolÃticas.
