Trump afirma que Irã revelou estar em 'estado de colapso'

 

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Em publicação nas redes sociais nesta terça-feira (28), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Irã informou que está em 'estado de colapso'.

O republicano complementou que eles 'querem que "abramos o Estreito de Ormuz" o mais rápido possível, enquanto tentam resolver sua situação de liderança (o que acredito que conseguirão fazer!)'.

Trump não deu maiores detalhes sobre esse suposto estado de colapso.

Após as notícias da imprensa americana, especialmente da agência de notícias Reuters, de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump estava insatisfeito com a mais recente proposta para acabar a guerra feito pelo regime iraniano, o país respondeu.

Segundo declarações do porta-voz do Ministério da Defesa iraniano, Reza Talaei-Nik, os EUA não tem mais direito de 'ditar suas políticas' contra outros países.

'Os Estados Unidos não estão mais em posição de ditar suas políticas a nações independentes', comentou ele, citado pela televisão estatal do país.

Ainda completou que Washington deve abandonar suas 'exigências ilegais e irracionais'.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está 'frustrado, mas realista' em relação ao Irã, já que as negociações permanecem paralisadas, informou o site de notícias Axios nesta terça-feira (28).

Um assessor próximo ao presidente comentou que Trump não quer usar a força, mas não está recuando em suas exigência.

O relatório citou vários funcionários americanos que disseram estar preocupados com a possibilidade de Washington ser arrastado para um conflito congelado com o Irã, sem guerra nem acordo, lembrando a Guerra Fria.

Nesse cenário, as forças americanas permaneceriam posicionadas na região por meses, com o Estreito de Ormuz fechado, enquanto os dois lados continuariam aguardando uma ação do adversário.

Trump oscila entre a possibilidade de novos ataques militares contra o Irã e a expectativa de que a estratégia econômica de 'pressão máxima' leve Teerã a negociar seu programa nuclear.

Proposta iraniana para acordo com EUA é dividida em três fases, sendo fim da guerra a primeira, diz jornal

Fumaça após ataque contra o Irã na guerra do Oriente Médio.

AFP

O jornal libanês Al-Mayadeen, próximo ao Irã e ao Hezbollah, trouxe detalhes da proposta iraniana aos Estados para o fim do conflito no Oriente Médio. Segundo o veículo, a ideia é dividir o acordo em três fases.

Na primeira delas, o fim da guerra precisa ser estabelecido. Na segunda, a gestão do Estreito de Ormuz estará em debate. Por fim, as negociações nucleares seriam tema principal.

O Irã quer que os Estados Unidos e Israel encerrem a guerra no Irã e no Líbano e garantam que não haverá mais ataques contra esses dois países.

Após a primeira fase, começarão as conversas sobre a gestão do Estreito de Ormuz, em coordenação com Omã, com o objetivo de desenvolver um arcabouço legal para a governança e o tráfego nessa hidrovia.

Uma vez concluídas as duas primeiras fases, o Irã e os Estados Unidos poderão iniciar as negociações nucleares. De acordo com o Al-Mayadeen, o Irã não se envolverá na questão nuclear até que as duas primeiras fases sejam concluídas.

Após as notícias da imprensa americana, especialmente da agência de notícias Reuters, de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump estava insatisfeito com a mais recente proposta para acabar a guerra feito pelo regime iraniano, o país respondeu.

Segundo declarações do porta-voz do Ministério da Defesa iraniano, Reza Talaei-Nik, os EUA não tem mais direito de 'ditar suas políticas' contra outros países.

'Os Estados Unidos não estão mais em posição de ditar suas políticas a nações independentes', comentou ele, citado pela televisão estatal do país.

Ainda completou que Washington deve abandonar suas 'exigências ilegais e irracionais'.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está 'frustrado, mas realista' em relação ao Irã, já que as negociações permanecem paralisadas, informou o site de notícias Axios nesta terça-feira (28).

Um assessor próximo ao presidente comentou que Trump não quer usar a força, mas não está recuando em suas exigência.

O relatório citou vários funcionários americanos que disseram estar preocupados com a possibilidade de Washington ser arrastado para um conflito congelado com o Irã, sem guerra nem acordo, lembrando a Guerra Fria.

Nesse cenário, as forças americanas permaneceriam posicionadas na região por meses, com o Estreito de Ormuz fechado, enquanto os dois lados continuariam aguardando uma ação do adversário.

Trump oscila entre a possibilidade de novos ataques militares contra o Irã e a expectativa de que a estratégia econômica de 'pressão máxima' leve Teerã a negociar seu programa nuclear.