'Troca de informações importantíssima', diz secretário sobre ampliação da Ficco em SP

 

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O governo federal e o governo de São Paulo assinaram um convênio de três anos para ampliar a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) no estado. O acordo prevê a criação de duas novas bases, uma no Guarujá, na Baixada Santista, e outra em Paulínia, na região de Campinas. A força integrada reúne diferentes corporações, como Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Penal e forças de segurança estaduais.

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Em entrevista ao CBN São Paulo, o secretário de Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, destacou que o compartilhamento de informações entre as forças é um dos principais ganhos do modelo.

"Isso é importantíssimo, a troca de informações. Às vezes a gente está investigando uma coisa e eles estão também investigando a mesma e tal. Se nós compartilharmos as informações, quem vai ganhar é o nosso país

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O secretário também comentou a nomeação da nova comandante da Polícia Militar de São Paulo, primeira mulher a assumir o posto. A coronel Glauce Anselmo Cavalli para o posto assume no lugar do coronel José Augusto Coutinho.

Nico classificou a escolha como técnica e histórica, ressaltando a experiência operacional da oficial e a importância da transição na corporação.

"É uma decisão histórica e técnica. A coronel é uma oficial extremamente qualificada, com formação sólida, experiência operacional e passagem por área estratégica na Polícia Militar. É o momento dela."

Ao tratar da segurança pública, o secretário afirmou que o governo pretende reforçar treinamentos e revisar normas internas. Segundo ele, a prioridade é aprimorar a formação e o preparo das tropas.

Polícia Federal

Ainda no CBN São Paulo, o superintendente regional da Polícia Federal no Estado de São Paulo, Rodrigo Luis, detalhou os objetivos das novas bases da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) no estado, que atuarão no Guarujá, na Baixada Santista, e outra em Paulínia, na região de Campinas.

"Todos os órgãos de segurança pública trabalham em conjunto no combate ao crime organizado, com troca de informações, parcerias, acordos e trocas de sistemas. É muito usual. A PF anda junto a Ficco no combate ao crime organizado. A Ficco é uma força integrativa, porque ela coloca em uma mesma mesa todos os órgãos de segurança do Estado", disse.