Três perguntas para o chef Claude Troisgros: de ego nas cozinhas a planos para os 70 anos
O chef "marravilha", Claude Troisgros, completa 70 anos em 2026. Em entrevista à jornalista Luciana Fróes, ele fala de temas polêmicos no mundo da gastronomia e sonhos para o futuro.
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Em meio a denúncias de chefs abusivos que sacodem o meio, como é você com a sua equipe?
Sou de uma famÃlia que desde sempre cozinhou junto, restaurante era e é extensão de casa. Então, aprendi cedo a lidar com equipe e com o respeito mútuo. Tenho funcionários de décadas. Não acredito em gritos e intimidações. Aposto mais no afeto.
Barriga de atum, wasabi e caviar de chia, do Madame Olympe
Divulgação/Tomas Rangel
No Madrid Fusiòn, chefs discutiram o papel dos clientes hoje: quem manda em quem?
Para a minha famÃlia, cliente sempre foi rei. Mas isso mudou bastante. O ego dos chefs falou mais alto e passou a impor coisas como menus enormes. Eu procuro servir o que fazemos de melhor. E divertir quem nos elege.
Planos para o ano e os 70?
Correr atrás de uma estrela Michelin para o Madame Olympe. Depois, começar um sonho de vida: dar a volta ao mundo de moto. Em junho saio de Roanne para a Turquia. Sozinho, ouvindo a trilha musical que eu fiz. Adorro.
Claude Troisgros em viagem de moto pela Tanzânia, ano passado. Junho será a Turquia
Divulgação
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