Tiger Woods paga fiança e deixa prisão oito horas após se envolver em acidente por 'embriaguez'
O golfista norte-americano Tiger Woods, de 50 anos, já está em liberdade após envolvimento em acidente automobilístico no Condado de Martin, localizado no estado da Flórida, nos Estados Unidos, nesta sexta-feira. O esportista foi autuado após bater lateralmente em uma caminhonete com sua Land Rover e ir para a delegacia sob a influência de álcool. Ele pagou fiança e acabou liberado.
De acordo com Christine Weiss, porta-voz do Gabinete do Xerife do Condado de Martin, Tiger Woods acabou libertado após passar oito horas na prisão antes de ter direito à fiança pela lei da Flórida.
Responsável pela prisão, o xerife do condado, John Budensiek, alegou que Tiger Woods apresentou "sinais de embriaguez" depois do ocorrido, no qual "dirigia em alta velocidade". O veículo dirigido pelo golfista capotou depois de colidir com uma caminhonete que puxava um trailer. Ele e outra pessoa que estava no outro carro não se feriram.
Tiger Woods foi acusado de dirigir sobre influência de substâncias, causar danos à propriedade e se recusar a fazer um teste legal. Após realizar o teste do bafômetro, que deu resultado negativo, o atleta se negou a fornecer uma amostra de urina aos policiais.
"Os investigadores compareceram ao local e o Sr. Woods apresentou sinais de incapacidade. Ele explicou as lesões e cirurgias que teve, e levamos isso em consideração, mas também fizeram alguns testes mais aprofundados à beira da estrada", explicou Budensiek.
O xerife foi além: "Woods fez um teste do bafômetro com resultado zero absoluto, mas quando chegou a hora de solicitarmos um exame de urina, ele se recusou e, por isso, foi acusado de dirigir sob influência, danos à propriedade e recusa em se submeter a um teste legal", completou. Budensiek acrescentou que os investigadores acreditam que o golfista teria tomado "algum tipo de medicamento ou droga".
Esta é a quarta vez que Woods se envolve em um acidente de carro nos Estados Unidos. Em fevereiro de 2021 ele saiu da pista em uma rodovia costeira de Los Angeles em alta velocidade, causando múltiplas lesões nas pernas e tornozelos. E a segunda prisão sob acusação de dirigir embriagado, mas não sob o efeito de álcool.
Woods já havia afirmado ter ingerido uma mistura inadequada de analgésicos em 2017, quando as autoridades o acharam dormindo ao volante, com o motor ainda ligado e danos na lateral do motorista. O golfista também se declarou culpado de direção imprudente na época.
