Tiago Schietti: A construção do profissional funerário - Formação, ética e responsabilidade

 

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No entendimento de Tiago Schietti, o setor funerário lida diariamente com um dos momentos mais sensíveis da vida humana. Por isso, a atuação profissional nessa área exige muito mais do que conhecimento técnico. Formação adequada e ética sólida são pilares indispensáveis para garantir respeito, segurança e qualidade no atendimento às famílias.

Nos últimos anos, o mercado funerário tem passado por transformações importantes, impulsionadas por mudanças culturais, avanços tecnológicos e maior rigor regulatório. Esse cenário reforça a necessidade de profissionais preparados, conscientes de suas responsabilidades e comprometidos com padrões éticos elevados em todas as etapas do serviço. Aqui, você entenderá melhor como essas exigências vêm moldando a atuação profissional no setor.

A importância da formação profissional no setor funerário

A formação profissional é o primeiro passo para uma atuação segura e responsável no setor funerário, conforme aponta Tiago Schietti. Ela garante que o profissional compreenda procedimentos técnicos, normas sanitárias, legislação vigente e protocolos de segurança, reduzindo riscos tanto para as equipes quanto para as famílias atendidas.

Formação técnica é suficiente para atuar no setor funerário?

De acordo com Tiago Schietti, embora a formação técnica seja indispensável, ela não é suficiente por si só. O profissional funerário precisa desenvolver competências humanas, emocionais e comportamentais para lidar com situações complexas e delicadas.

O equilíbrio entre conhecimento técnico e postura ética é o que garante uma atuação completa. Sem ética, a técnica perde seu valor. Sem formação adequada, mesmo boas intenções podem resultar em erros graves. Por isso, a integração entre esses dois aspectos deve ser contínua ao longo da carreira.

Áreas essenciais na formação do profissional funerário

A formação no setor funerário precisa ser multidisciplinar, contemplando tanto aspectos técnicos quanto humanos. Uma capacitação bem estruturada prepara o profissional para lidar com diferentes desafios do cotidiano.

Entre os principais conteúdos que devem fazer parte da formação, destacam-se:

Legislação funerária e normas sanitárias;

Biossegurança e manejo adequado;

Procedimentos técnicos e operacionais;

Atendimento humanizado e comunicação empática;

Ética profissional e responsabilidade social.

Esses conhecimentos contribuem para uma atuação mais segura, respeitosa e alinhada às exigências do setor.

O papel das empresas na formação ética dos profissionais

As empresas funerárias exercem papel fundamental na consolidação de uma cultura ética, assim como frisa Tiago Schietti. Não basta exigir conduta adequada dos profissionais sem oferecer treinamento, orientação e condições de trabalho compatíveis com essa expectativa.

Investir em capacitação contínua, códigos de conduta e processos claros fortalece o comportamento ético no dia a dia. Quando a empresa valoriza a ética como princípio institucional, ela cria um ambiente mais saudável, profissional e confiável, tanto para os colaboradores quanto para as famílias atendidas.

Ética e confiança como diferenciais do serviço funerário

Em um setor tão sensível, a confiança é um ativo valioso. As famílias tendem a lembrar não apenas do serviço prestado, mas da forma como foram tratadas. Uma conduta ética, aliada à formação adequada, gera experiências mais humanas e respeitosas.

Esse cuidado se reflete diretamente na reputação da empresa e do profissional. Ao longo do tempo, a ética se transforma em um diferencial competitivo, contribuindo para a fidelização, a recomendação e a consolidação do serviço no mercado.

Formação contínua e ética como compromisso de longo prazo

Por fim, o setor funerário está em constante evolução, e a formação profissional não deve ser encarada como um evento pontual, mas como um processo contínuo, como analisa Tiago Schietti Atualizações técnicas, mudanças na legislação e novas demandas sociais exigem aprendizado constante.

Da mesma forma, a ética precisa ser praticada diariamente, em todas as decisões e interações. Quando formação e ética caminham juntas, o setor funerário se fortalece, eleva seus padrões de qualidade e cumpre seu papel social com respeito e dignidade.

Profissionalização como caminho para um setor mais humano

Em conclusão, a união entre formação profissional sólida e ética consistente contribui para transformar o setor funerário em um ambiente mais humano, seguro e valorizado. Profissionais preparados atuam com mais segurança, enquanto princípios éticos garantem respeito em cada etapa do serviço.

Esse equilíbrio é essencial para o presente e para o futuro do setor. Ao investir em capacitação e ética, constrói-se não apenas uma carreira, mas um serviço que honra a confiança das famílias e reforça a importância social do setor funerário.