Testamos IAs que prometem detectar texto escrito por IA: veja quais acertam
Detectores de texto escrito por IA prometem identificar se um conteúdo foi criado por inteligência artificial ou por um autor humano.
Para descobrir quais realmente funcionam, o TechTudo testou alguns dos principais detectores de IA usando textos escritos por uma pessoa e gerados pelo ChatGPT, Gemini e Claude.
O GPTZero foi o único que acertou todas as classificações nos testes, enquanto os demais cometeram erros.
Confira o desempenho de cada ferramenta e veja qual é a mais confiável.
🔎 Como usar o ChatGPT para resolver problemas de matemática
🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews
Testamos diferentes recursos, incluindo a geração de áudio de arquivos da inteligência artificial do Google
Imagem gerada por IA/OpenAI
📝 Qual é a melhor inteligência artificial que cria imagens? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo
Índice
Como fizemos o teste
Texto escrito por humano
Texto gerado pelo ChatGPT
Texto gerado pelo Gemini
Texto gerado pelo Claude
Resultado no GPTZero
Resultado no ZeroGPT
Resultado no Copyleaks AI Detector
Resultado no QuillBot AI Detector
Comparativo entre os detectores
Afinal, dá para confiar em detectores de texto por IA?
1.
Como fizemos o teste
Para avaliar a eficiência das principais ferramentas que prometem identificar textos escritos por inteligência artificial, submetemos exatamente os mesmos conteúdos a todos os detectores analisados.
Dessa forma, foi possível comparar os resultados em condições iguais, sem que diferenças nos textos influenciassem o desempenho de cada plataforma.
O conjunto de testes foi composto por quatro textos: um escrito integralmente por um humano e três produzidos por diferentes modelos de IA: ChatGPT, Gemini e Claude.
Os prompts utilizados para gerar os textos foram os mesmos sempre que possível, com o objetivo de manter temas, extensão e nível de complexidade semelhantes entre as respostas.
Cada detector analisou os quatro textos sem qualquer alteração em seu conteúdo original.
Em seguida, registramos o percentual de probabilidade de o texto ter sido escrito por IA — ou a classificação equivalente adotada pela ferramenta — exatamente como apresentado pelo serviço.
Na análise, foram considerados principalmente a precisão na identificação dos textos, a ocorrência de falsos positivos (quando um texto humano foi classificado como produzido por IA) e de falsos negativos (quando um texto gerado por IA foi identificado como humano).
Também avaliamos aspectos práticos, como facilidade de uso, necessidade de cadastro, limites da versão gratuita e recursos adicionais oferecidos por cada plataforma.
O objetivo não foi determinar qual ferramenta utiliza a tecnologia mais avançada, mas verificar, na prática, quais detectores conseguiram diferenciar corretamente textos humanos de conteúdos produzidos por inteligência artificial e quais apresentaram mais dificuldades nesse desafio.
QuillBot: saiba como usar ferramenta de IA para escrever textos
2.
Texto escrito por humano
O primeiro teste utilizou um texto produzido integralmente por um humano, sem qualquer auxílio de ferramentas de inteligência artificial.
O objetivo era verificar a capacidade dos detectores de reconhecer corretamente um conteúdo de autoria humana e, principalmente, medir a ocorrência de falsos positivos — quando um texto legítimo é classificado como gerado por IA.
O texto utilizado foi o seguinte:
"A inteligência artificial é uma das ferramentas mais notórias da década atual, trazendo infinitas possibilidades de otimização de tarefas e possibilidade de melhoria na rotina de trabalho em diversos setores.
Porém, a inteligência artificial não é perfeita e não substitui a presença humana.
Erros podem ser cometidos, além da possibilidade de plágio.
Muitos estudantes deixam de estudar porque a inteligência artificial já faz as suas atividades sem esforço, e isso pode prejudicar a formação de futuros profissionais."
Os resultados mostraram diferenças significativas entre as plataformas.
O GPTZero classificou o conteúdo como 100% humano, informando estar "altamente confiante" de que o texto foi escrito por uma pessoa e afirmando que ele apresenta características semelhantes às de documentos produzidos por autores humanos.
Teste de detecção de Ia em texto humano
Captura de tela / Eduarda Melo
O ZeroGPT também identificou corretamente o texto como humano.
Além da classificação, a ferramenta destaca trechos que considera gerados por IA quando detecta esse tipo de conteúdo.
Neste teste, nenhuma parte do texto foi marcada, indicando que o detector não encontrou indícios de uso de inteligência artificial.
ZeroGPt acertou ao indicar que o texto humano nao tinha conteúdo gerado por Ia
Captura de tela / Eduarda Melo
Já o Copyleaks apresentou o resultado mais discrepante entre os detectores avaliados.
A plataforma classificou o texto como 100% gerado por IA, produzindo um falso positivo e falhando completamente em identificar que o conteúdo era de autoria humana.
Teste de detecção de IA em texto humano no Copyleaks
Captura de tela / Eduarda Melo
O QuillBot AI Detector também não reconheceu corretamente o texto.
A ferramenta indicou que 56% do conteúdo provavelmente foi gerado por IA e destacou especificamente as duas primeiras frases como sendo produzidas por inteligência artificial.
Teste de detecção de Ia em texto humano no Quillbot
Captura de tela / Eduarda Melo
Neste primeiro teste, GPTZero e ZeroGPT acertaram a classificação do texto humano, enquanto Copyleaks e QuillBot AI Detector produziram falsos positivos, atribuindo ao conteúdo características de texto gerado por IA.
5 coisas que a Claude AI faz bem e você deveria testar hoje
3.
Texto gerado pelo ChatGPT
No segundo teste, utilizamos um texto produzido pelo ChatGPT sobre o mesmo tema do texto humano: os benefícios e os desafios do uso da inteligência artificial.
O objetivo foi verificar se os detectores conseguiriam identificar corretamente um conteúdo gerado por IA e comparar o nível de confiança apresentado por cada ferramenta.
O texto utilizado foi o seguinte:
"A inteligência artificial é uma das tecnologias de maior destaque da atualidade, transformando áreas como educação, saúde, comunicação e trabalho.
No entanto, seu uso também apresenta desafios.
A dependência excessiva dessas ferramentas pode prejudicar a aprendizagem, pois muitos usuários deixam de desenvolver habilidades de pesquisa, análise e pensamento crítico.
Além disso, existe o risco de plágio, já que a IA é capaz de gerar textos completos rapidamente, incentivando a cópia sem reflexão ou produção autoral, comprometendo a originalidade e o aprendizado."
Diferentemente do teste com o texto humano, houve consenso entre todas as plataformas analisadas.
O GPTZero classificou o conteúdo como gerado por inteligência artificial, informando 99% de confiança nessa conclusão e afirmando que o texto apresenta características semelhantes às de outros documentos produzidos por IA.
Teste de detecção de Ia em texto do ChatGPT
Captura de tela / Eduarda Melo
O ZeroGPT também identificou corretamente o conteúdo, atribuindo 91,4% de probabilidade de ter sido gerado por IA.
A ferramenta destacou praticamente todo o texto como produzido por inteligência artificial, com exceção da frase "No entanto, seu uso também apresenta desafios", considerada por ela como um trecho de escrita humana.
Teste de detecção de Ia em texto do chatgpt
Captura de tela / Eduarda Melo
O Copyleaks novamente classificou o texto como 100% gerado por IA, resultado que, neste caso, correspondeu corretamente à origem do conteúdo.
Teste de detecção de Ia em texto do ChatGPT
Captura de tela / Eduarda Melo
Já o QuillBot AI Detector apontou que 93% do texto provavelmente foi gerado por IA, também identificando corretamente o conteúdo.
Teste de detecção de Ia em texto do ChatGPT
Captura de tela / Eduarda Melo
Neste teste, os quatro detectores acertaram a classificação do texto produzido pelo ChatGPT.
Apesar das diferenças nos percentuais de confiança, todas as ferramentas reconheceram que o conteúdo havia sido gerado por inteligência artificial.
4.
Texto gerado pelo Gemini
O terceiro teste utilizou um texto produzido pelo Gemini, mantendo o mesmo tema dos testes anteriores.
Assim como nos demais casos, o conteúdo foi enviado sem alterações para todos os detectores, permitindo comparar a capacidade de cada ferramenta em reconhecer um texto gerado por inteligência artificial.
O texto utilizado foi o seguinte:
"A inteligência artificial consolidou-se como a tecnologia de maior destaque na atualidade, transformando indústrias e otimizando o cotidiano.
Contudo, seu avanço acelerado desperta preocupações críticas no ambiente educacional.
O uso indiscriminado da IA pode comprometer a aprendizagem real, pois a facilidade com que o sistema gera respostas prontas desestimula o esforço cognitivo e a pesquisa aprofundada dos estudantes.
Além disso, a linha tênue entre a automação e o plágio ameaça a integridade acadêmica, tornando urgente o debate sobre ética e limites no uso dessas ferramentas digitais."
O GPTZero identificou corretamente a origem do conteúdo e informou ter muita certeza de que o texto foi gerado por IA, classificando o documento como 100% produzido por inteligência artificial.
Teste de detecção de Ia em texto do Gemini
Captura de tela / Eduarda Melo
O Copyleaks também reconheceu corretamente o texto, atribuindo 100% de probabilidade de conteúdo gerado por IA.
O mesmo ocorreu com o QuillBot AI Detector, que classificou o texto como 100% gerado por inteligência artificial.
Teste de detecção de Ia em texto do Gemini
Captura de tela / Eduarda Melo
O resultado mais surpreendente veio do ZeroGPT.
A ferramenta classificou o conteúdo como 100% humano, indicando 0% de probabilidade de uso de IA, apesar de o texto ter sido produzido integralmente pelo Gemini.
Na prática, o detector cometeu um falso negativo, deixando de identificar um conteúdo gerado por inteligência artificial.
Teste de detecção de Ia em texto do Gemini
Captura de tela / Eduarda Melo
Neste teste, GPTZero, Copyleaks e QuillBot AI Detector acertaram a classificação do texto.
O ZeroGPT foi a única ferramenta a falhar, classificando um texto produzido por IA como se tivesse sido escrito por um humano.
Esse resultado mostra que, dependendo do modelo utilizado para gerar o conteúdo, o desempenho dos detectores pode variar de forma significativa.
Quanto custa o Claude? Conheça os planos Free, Pro, Max, Team e Enterprise
5.
Texto gerado pelo Claude
O quarto teste utilizou um texto produzido pelo Claude a partir do mesmo tema empregado nos demais testes.
O objetivo foi verificar se os detectores manteriam um desempenho consistente diante de conteúdos gerados por diferentes modelos de inteligência artificial.
O texto utilizado foi o seguinte:
"A inteligência artificial é, sem dúvida, uma das tecnologias mais relevantes da atualidade, transformando setores como educação, saúde e trabalho.
Porém, seu uso excessivo traz riscos importantes: muitos estudantes recorrem à IA para gerar respostas prontas, sem de fato estudar ou compreender o conteúdo.
Isso compromete o aprendizado real e facilita o plágio, já que trabalhos inteiros podem ser produzidos automaticamente.
É essencial usar a IA como apoio, não como substituta do raciocínio próprio, preservando o desenvolvimento intelectual e a originalidade."
O GPTZero identificou corretamente a origem do conteúdo e informou ter muita certeza de que o texto foi gerado por IA, indicando 100% de probabilidade de que todo o documento tenha sido produzido por inteligência artificial.
Durante esse teste, porém, a plataforma solicitou que o usuário fizesse login para continuar a análise, uma limitação que não havia ocorrido nas etapas anteriores.
Teste de detecção de Ia em texto do Cloude
Captura de tela / Eduarda Melo
O Copyleaks também classificou corretamente o conteúdo, apontando que 100% do texto foi gerado por IA.
Teste de detecção de Ia em texto do Cloude
Captura de tela / Eduarda Melo
Já o QuillBot AI Detector indicou que 79% do texto provavelmente foi gerado por IA, reconhecendo corretamente a origem do conteúdo, embora com um nível de confiança inferior ao apresentado em outros testes.
Teste de detecção de Ia em texto do Cloude
Captura de tela / Eduarda Melo
O ZeroGPT apresentou um resultado mais ambíguo.
A ferramenta informou que é provável que o texto tenha sido escrito por um humano, mas possa conter trechos gerados por IA, atribuindo 48,6% de probabilidade de conteúdo gerado por inteligência artificial.
Embora tenha detectado indícios de uso de IA, o resultado não classificou claramente o texto como produzido por inteligência artificial, diferentemente das demais plataformas.
Teste de detecção de Ia em texto do Cloude
Captura de tela / Eduarda Melo
Neste teste, GPTZero, Copyleaks e QuillBot AI Detector identificaram corretamente o texto gerado pelo Claude.
O ZeroGPT foi a ferramenta que apresentou o desempenho menos preciso, indicando uma probabilidade intermediária e sugerindo predominância de escrita humana, mesmo diante de um conteúdo produzido integralmente por IA.
Claude AI vs ChatGPT: qual chatbot é melhor? Compare as duas IAs
6.
Resultado no GPTZero
Entre as quatro ferramentas testadas, o GPTZero foi a que apresentou o desempenho mais consistente.
A plataforma identificou corretamente o texto escrito por um humano, classificando-o com 100% de confiança como humano, e também reconheceu corretamente os três textos produzidos por inteligência artificial (ChatGPT, Gemini e Claude), atribuindo níveis de confiança entre 99% e 100% para conteúdo gerado por IA.
Além da classificação principal, o GPTZero informa o grau de confiança do resultado e compara o texto analisado com documentos semelhantes utilizados no treinamento do modelo.
Embora não apresente uma justificativa detalhada para cada decisão, a ferramenta fornece informações suficientes para que o usuário entenda a conclusão.
A interface é simples e intuitiva: basta colar o texto e iniciar a análise.
Durante os testes, porém, a plataforma apresentou uma limitação da versão gratuita.
Na análise do texto gerado pelo Claude, foi necessário fazer login para continuar utilizando o serviço, indicando que o acesso sem cadastro pode ser restrito após determinado número de consultas.
No conjunto dos testes, o GPTZero foi o único detector que acertou todas as classificações, sem registrar falsos positivos nem falsos negativos.
Erro “Too Many Concurrent Requests” no ChatGPT: o que é e como resolver
7.
Resultado no ZeroGPT
O ZeroGPT apresentou o comportamento mais irregular entre as ferramentas avaliadas.
Embora tenha identificado corretamente o texto escrito por um humano e o conteúdo produzido pelo ChatGPT, seu desempenho caiu significativamente nos demais testes.
O principal erro ocorreu na análise do texto gerado pelo Gemini.
Apesar de o conteúdo ter sido produzido integralmente por inteligência artificial, a plataforma informou que ele havia sido escrito por um humano, atribuindo 0% de probabilidade de uso de IA.
Trata-se do único falso negativo registrado entre todos os testes realizados.
No texto produzido pelo Claude, o detector também apresentou um resultado pouco conclusivo.
A ferramenta indicou que o conteúdo era "provavelmente escrito por um humano", embora pudesse conter partes geradas por IA, atribuindo 48,6% de probabilidade de uso de inteligência artificial.
Um diferencial do ZeroGPT é destacar visualmente os trechos considerados produzidos por IA.
No texto humano, nenhuma passagem foi marcada, enquanto no texto do ChatGPT praticamente todo o conteúdo foi destacado, com exceção de uma única frase.
Esse recurso pode ajudar o usuário a entender como a ferramenta chegou à sua conclusão, embora os resultados mostrem que nem sempre essa análise seja precisa.
A interface é simples, rápida e não exigiu cadastro durante a realização dos testes.
8.
Resultado no Copyleaks AI Detector
O Copyleaks apresentou um comportamento bastante consistente na identificação dos textos produzidos por inteligência artificial.
A ferramenta classificou corretamente como 100% gerados por IA os conteúdos produzidos pelo ChatGPT, Gemini e Claude.
Por outro lado, o detector cometeu o erro mais grave observado durante os testes ao analisar o texto escrito por um humano.
Nesse caso, a plataforma classificou o conteúdo como 100% gerado por IA, produzindo um falso positivo com o maior nível de confiança possível.
A interface do Copyleaks é objetiva e apresenta rapidamente o percentual de conteúdo considerado gerado por inteligência artificial.
Entretanto, a plataforma oferece poucas explicações sobre os motivos que levaram à classificação, concentrando-se no resultado final.
Considerando os quatro testes realizados, o Copyleaks demonstrou boa capacidade para identificar textos produzidos por IA, mas seu desempenho na identificação de conteúdo humano levanta dúvidas sobre o risco de falsos positivos.
9.
Resultado no QuillBot AI Detector
O QuillBot AI Detector acertou a classificação de todos os textos gerados por inteligência artificial, atribuindo 93% de probabilidade ao texto do ChatGPT, 100% ao texto do Gemini e 79% ao texto produzido pelo Claude.
O único erro ocorreu na análise do texto escrito por um humano.
A ferramenta indicou que 56% do conteúdo provavelmente havia sido gerado por IA e destacou as duas primeiras frases como sendo artificiais, caracterizando um falso positivo.
A plataforma possui uma interface limpa e de fácil utilização.
A análise é rápida e apresenta, além do percentual geral, os trechos considerados produzidos por inteligência artificial, oferecendo um pouco mais de transparência sobre a classificação.
Nos testes realizados, o QuillBot apresentou um desempenho intermediário.
Apesar de reconhecer corretamente todos os textos gerados por IA, não conseguiu distinguir corretamente o texto humano, o que demonstra que seus resultados também devem ser interpretados com cautela.
10.
Comparativo
Comparativo entre ferramentas de detecção de IA
11.
Afinal, dá para confiar em detectores de texto por IA?
Os testes mostram que os detectores de texto por inteligência artificial ainda estão longe de oferecer resultados infalíveis.
Embora todas as ferramentas tenham conseguido identificar corretamente ao menos parte dos conteúdos gerados por IA, apenas uma delas manteve um desempenho consistente em todas as situações analisadas.
O GPTZero foi o único detector que acertou os quatro testes realizados.
A ferramenta reconheceu corretamente o texto escrito por um humano e identificou os conteúdos produzidos pelo ChatGPT, Gemini e Claude, sem registrar falsos positivos ou falsos negativos.
O QuillBot AI Detector e o Copyleaks também apresentaram bom desempenho na identificação de textos gerados por inteligência artificial, mas ambos falharam ao analisar o conteúdo escrito por um humano.
Nos dois casos, houve falsos positivos, demonstrando que esses detectores podem atribuir autoria artificial a textos legítimos.
Já o ZeroGPT apresentou os resultados mais inconsistentes.
Apesar de identificar corretamente o texto humano e o conteúdo produzido pelo ChatGPT, a ferramenta classificou um texto criado pelo Gemini como totalmente humano e apresentou uma avaliação inconclusiva para o texto gerado pelo Claude.
Na prática, os resultados indicam que detectores de IA podem funcionar como uma ferramenta de apoio, mas não devem ser utilizados como prova definitiva de autoria.
A existência de falsos positivos e falsos negativos demonstra que essas plataformas ainda possuem limitações importantes e que suas análises precisam ser interpretadas com cautela, especialmente em contextos acadêmicos, profissionais ou jurídicos, nos quais uma classificação incorreta pode gerar consequências relevantes.
Com informações de ChatGPT, Cloude, Gemini, GPTZero, ZeroGPT, CopyLeaks e QuillBot
