Tecnologia sem inclusão não é progresso
A humanidade aprendeu a fazer máquinas pensarem, satélites enxergarem a Terra em tempo real, algoritmos preverem comportamentos e robôs realizarem procedimentos antes inimagináveis. Vivemos cercados por promessas de inteligência artificial, medicina de precisão, biotecnologia, cidades inteligentes e revoluções digitais. Quando se fala de inovações tecnológicas, há hoje um debate interessantíssimo sobre as fronteiras entre essas inovações e a condição humana. No entanto, diante de tanta sofisticação, permanece uma pergunta incômoda: que civilização é essa que consegue levar uma sonda ao espaço, mas ainda não consegue garantir saneamento, alimento, educação, moradia digna e acesso à saúde para todos? A questão central é, assim, como utilizar as novas tecnologias em benefício da dignidade humana e do desenvolvimento social. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
