Tapa na cara, quórum e acusação de fraude: entenda o embate em torno da quebra de sigilo de Lulinha na CPI do INSS

 

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O escândalo das fraudes em descontos de aposentados ganhou novos capítulos na quinta-feira com a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na CPI do INSS e em decisão de André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). O ato do ministro, que atendeu a pedido da Polícia Federal, é de janeiro, mas só veio a público na quinta após parlamentares também aprovarem acesso aos dados. No Congresso, a votação do requerimento sobre Lulinha ocorreu em meio a cenas de agressão entre governistas e oposição e de acusações de manobras regimentais com o objetivo de encurralar o Palácio do Planalto em ano eleitoral. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.