Sucessão de secretário-geral da ONU testará compromisso da organização com a paridade de gênero

 

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Quando os presidentes da Assembleia Geral e do Conselho de Segurança da ONU convidaram os 193 Estados-membros a apresentar candidaturas para o posto de secretário-geral, em novembro, foram diretos: “Nenhuma mulher jamais ocupou o cargo.” O incentivo, feito explicitamente pela primeira vez na História da organização, foi visto por especialistas como reflexo do cenário em que a instituição se encontra 80 anos desde sua fundação: um acumulado de fraturas geopolíticas, crises financeiras e a crescente reação conservadora contra a diversidade e igualdade de gênero. A decisão para definir, ao longo deste ano, quem sucederá ao português António Guterres em 1 de janeiro de 2027 será um sinal da relevância da organização — e de sua capacidade de responder aos desafios globais e de quebrar também o ciclo ininterrupto de homens à frente da organização. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.