Sobe para quatro o número de mortos devido à chuva em Minas Gerais

 

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Subiu para quatro o número de mortos pela chuva em Minas Gerais. A Defesa Civil estadual reconheceu a morte de um motociclistas, que tentou atravessar uma área alagada por um córrego durante uma tempestade em Santa Rita de Caldas, no sul de Minas.

Vanoir Adão, de 50 anos, teria tentado atravessar a área sobre uma ponte que estava submersa e acabou sendo arrastado pela força da água até cair no córrego. O corpo só foi encontrado quando a água baixou cerca de 200 metros.

A primeira morte neste período chuvoso foi registrada em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em dezembro. Um menino de 5 anos foi atingido por um soterramento provocado por um deslizamento de terra onde morava.

As outras duas mortes ocorreram no Sul de Minas. No dia 5 de janeiro, uma mulher de 30 anos, morreu após ser atingida por um raio enquanto descia de tirolesa, em São Tomé das Letras.

E, na última semana, a Defesa Civil confirmou a terceira morte do período, em Pouso Alegre. Uma criança de 7 anos, foi arrastado por uma enxurrada durante um temporal.

O Corpo de Bombeiros reforça a importância de evitar situações de risco durante o período de chuvas intensas. Segundo a corporação, percebendo alguma situação de risco, a população não deve se aventurar a atravessar uma correnteza, se expor a uma possível descarga atmosférica ou permanecer em área de risco de deslizamento.

A corporação também orienta que os moradores sigam os alertas da Defesa Civil.

Nesta quarta-feira (28), uma chuva forte em Albertina no sul de Minas provocou enxurradas, e a lama invadiu algumas residências e comércios, causando danos materiais. Felizmente não houve feridos.

Em Minas Gerais, mais de 3.500 pessoas já tiveram que sair de casa devido a estragos provocados por temporais e 54 cidades estão em situação de emergência.