'Só quero dar um fim nisso': a dor dobrada de quem tenta recuperar os corpos de brasileiros mortos na guerra da Ucrânia

 

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Aos 26 anos, Gustavo Rodrigo Faria Mazzocato deixou Curitiba em julho de 2025 rumo à Europa. O destino, porém, não era uma cidade turística, mas a Ucrânia, onde o confronto militar com a Rússia já dura quase quatro anos. No Brasil, ele serviu ao Exército e trabalhava como administrador e motoboy. Lá, juntou-se às tropas locais como combatente, em um contrato que deveria durar seis meses. Nas últimas semanas de vínculo, a guerra cobrou seu preço: ferido na região de Donbass, ele não resistiu e morreu, como confirmou o comandante da 60ª Brigada ucraniana à família no último domingo. À dor da perda, somou-se a da impossibilidade de adeus: os parentes ainda não sabem como (e se) conseguirão repatriar o corpo do paranaense. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.