Sexo em avião: o que pode acontecer com casal que foi encontrado seminu em um voo que pousou na Argentina?

 

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O casal detido neste sábado no aeroporto internacional de Rosário, após a chegada do voo da Copa Airlines vindo do Panamá, depois de ter sido denunciado por passageiros e tripulantes por estarem seminus na primeira classe, supostamente praticando sexo, será indiciado esta semana pelo sistema judiciário por “exibicionismo”.

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Mas, embora a ação tenha sido inicialmente tratada pelo sistema judiciário provincial, nesta segunda-feira será analisado se a jurisdição corresponde à esfera federal, por se tratar de um evento ocorrido em um voo internacional.

Segundo fontes judiciais, os acusados ​​foram identificados como MC e SO, de 55 e 60 anos (homem e mulher, respectivamente), que teriam sido encontrados com as partes íntimas do corpo nos assentos da primeira classe.

Os indivíduos foram notificados da ordem judicial assim que a aeronave chegou ao aeroporto de Rosário e, em seguida, levados para uma delegacia de polícia próxima em Santa Fé. Apesar das consultas do jornal LA NACION à polícia provincial, aos tribunais e à Polícia de Segurança Aeroportuária (PSA), não foi possível confirmar se o casal ficou detido por apenas algumas horas antes de ser liberado ou se permanece sob custódia aguardando novos desdobramentos nas próximas horas.

Não foi possível confirmar por fontes oficiais se o casal reside em Rosário ou em cidades vizinhas. Como se sabe, os acontecimentos ocorreram no voo internacional da companhia Copa Airlines que chegou a Rosário nas primeiras horas deste sábado, e terminaram com uma operação surpresa da Polícia de Segurança Aeroportuária (PSA).

A intervenção ocorreu depois que a tripulação denunciou dois passageiros por supostamente terem feito sexo na seção da classe executiva da aeronave durante a viagem do Panamá para o sul desta província.

Procedimento e desconforto

Portanto, assim que o avião pousou no Aeroporto Internacional das Ilhas Malvinas, no bairro de Fisherton, os oficiais embarcaram para realizar o procedimento solicitado pela equipe de bordo. Imediatamente após concluir os procedimentos de rotina em qualquer aeroporto para voos desse tipo, o casal foi transferido para a 12ª delegacia de polícia da jurisdição.

Ali, funcionários do Ministério Público (MPA) dos Tribunais de Rosário intervieram no caso, ordenando a coleta de registros, fotografias e demais procedimentos cabíveis. O caso teve início sob a acusação de "exibição obscena", inicialmente sob a jurisdição do tribunal provincial.

Além das medidas legais, estima-se que a companhia aérea possa aplicar sanções administrativas ou até mesmo proibir os envolvidos de futuras viagens com a empresa por perturbar a ordem e a convivência a bordo.

A operação gerou surpresa e desconforto entre os demais passageiros, que tiveram de permanecer dentro da cabine por vários minutos enquanto a ação policial acontecia. Segundo relatos, entre os passageiros estavam os jornalistas Analía Bocassi e Juan Junco, figuras conhecidas na mídia de Rosário, que relataram os detalhes do atraso por meio de suas redes sociais.

Bocassi compartilhou imagens dos agentes caminhando pelos corredores, e Junco detalhou que o voo já estava atrasado e que a reclamação foi feita diretamente pela tripulação.

Ambos admitiram que as reclamações dos usuários também se concentravam na detenção preventiva das pessoas que estavam sentadas perto do casal em questão, com o objetivo de colher seus depoimentos como testemunhas.